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| | A Polícia Federal encontrou na agenda pessoal do ex-ministro do GSI Augusto Heleno uma espécie de roteiro com medidas contra o Judiciário e a própria corporação. O general foi um dos alvos de busca na investigação que mira autoridades suspeitas de tramar um golpe. O enredo tem pontos de convergência com o roteiro golpista revelado por VEJA e encontrado no celular de Mauro Cid. Já nas buscas contra o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, além de uma arma com registro vencido e uma pepita de ouro, foram localizados um arsenal de cartuchos relacionados a duas pistolas e uma falsa receita de bolo que intrigou os investigadores. | | | Além de questões legislativas importantes, como foi listado em reportagem de VEJA, Lula realizou uma série de sacrifícios para facilitar um acordo de paz com o chefe da Câmara, Arthur Lira. O governo agiu, por exemplo, para que o senador Renan Calheiros, desafeto de Lira, não assumisse a relatoria da CPI da Braskem no Senado. Dentro desse contexto de harmonia com Lira, o governo também demitiu dois funcionários do Ministério da Saúde e do Ministério da Fazenda. A justificativa oficial foi um ajuste nas equipes, mas ambos eram alvos de críticas do Centrão. | | | | | Vista dentro do PL como a principal herdeira da popularidade de Jair Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle aparece sete pontos atrás de Lula em uma pesquisa encomendada por aliados sobre a eleição de 2026. O levantamento do Paraná Pesquisas mostra Michelle com 38,7% das intenções de voto, contra 45,4% do atual presidente. O desempenho dela é melhor do que o de Tarcísio de Freitas. Na sondagem, o governador de São Paulo teria 34,6% dos votos e o petista, 45,8%. No Partido Liberal, Michelle já é colocada em uma posição de destaque em todos os cenários previstos pela legenda depois de decretada a inelegibilidade do capitão. | JULGAMENTO SOBRE MACONHA NO STF | Sob reação da ala conservadora do Congresso, o STF retoma nesta semana o julgamento sobre a descriminalização do porte de maconha para consumo. O presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, incluiu o tema na pauta da sessão de quarta-feira. Até o momento, cinco ministros votaram para deixar de considerar crime o porte de pequenas quantidades da droga. A análise será retomada com o voto do ministro André Mendonça. No Supremo, a avaliação de interlocutores é de que a discussão será novamente interrompida por um novo pedido de vista. |
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