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NEGOCIAÇÃO FRÁGIL ENTRE EUA E IRÃ FAZ PETRÓLEO RETOMAR ALTA
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Bom dia!
A semana começa com investidores outra vez receosos sobre o frágil acordo fechado entre Estados Unidos e Irã. Durante o fim de semana, Teerã anunciou o bloqueio da passagem de navios no Estreito de Ormuz, com relatos de que embarcações indianas foram atingidas, isso enquanto as autoridades contestam o bloqueio naval americano aos iranianos. No domingo, um navio do Irã foi interceptado pelos EUA, segundo Donald Trump, o que fez Teerã prometer uma resposta.
Nisso, o preço do petróleo voltou a subir de forma consistente no mercado internacional, com o barril do brent avançando a US$ 94. Os futuros das bolsas americanas recuam, em parte por realização de lucros após os recordes da semana passada, seguidos pelos índices europeus, que também cedem. Já o EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, ensaia uma recuperação e avança cerca de 0,50% nesta manhã. O Ibovespa contrariou a tendência positiva dos mercados internacionais e recuou na semana passada.
A agenda do dia é fraca. No exterior, o destaque é a divulgação da inflação ao produtor na Alemanha. Por lá, os preços avançaram 2,5% em março na comparação com fevereiro, muito acima do 1,4% previsto. Ante março de 2025, os preços ao produtor recuaram 0,2%. Do ponto de vista dos mercados financeiros, o indicador é menos um dado relevante para os negócios nesta segunda e mais uma pista dos estragos que o choque do petróleo ainda devem causar sobre a inflação. Isso porque, mesmo que a guerra no Oriente Médio tivesse mesmo terminado, está claro que os impactos da alta dos combustíveis serão sentidos ainda por muito tempo. Bons negócios.
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Futuros S&P 500: -0,38%
Futuros Nasdaq: -0,38%
Futuros Dow Jones: -0,46%
*às 7h20
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3h: Alemanha divulga PPI de março
8h25: BC publica Relatório Focus
13h40: Christine Lagarde (BCE) discursa na Alemanha
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Índice europeu (Euro Stoxx 50): -1,42%
Londres (FTSE 100): -0,67%
Frankfurt (Dax): -1,36%
Paris (CAC): -1,13%
*às 7h21
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Índice chinês CSI 300 (Xangai e Shenzhen): 0,61%
Hong Kong (Hang Seng): 0,77%
Bolsa de Tóquio (Nikkei): 0,60%
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Brent*: 4,14%, a US$ 94,12 o barril
Minério de ferro: 1,09%, a US$ 106,95 por tonelada
*às 7h22
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O Brasil aprendeu a transformar multidões em negócio e, com isso, se tornou um dos principais mercados globais de eventos. Nos dois primeiros meses do ano, os eventos no país empregaram diretamente 205 mil pessoas e arrecadaram 25,3 bilhões de reais, o maior nível da série histórica iniciada em 2019. Leia nesta reportagem.
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