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O Ibovespa é negociado em queda de 0,6% e o dólar avança 0,3%, vendido a 5,06 reais até o meio do dia. Pela manhã, o mercado reagiu ao payroll, relatório sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. O documento registrou a abertura de 303 mil postos de trabalho em março, acima das expectativas de 200 mil. O dado sinaliza que o mercado de trabalho americano continua aquecido, o que pode indicar que o Fed seguirá cauteloso em sua condução da política monetária. No cenário doméstico, os investidores monitoram a situação da Petrobras, isso porque ainda não há esclarecimentos sobre o pagamento dos dividendos extraordinários e sobre a eventual saída de Jean Paul Prates da presidência da companhia. Na bolsa, as ações PETR3 e PETR4 cedem cerca de 1%, na contramão do preço do petróleo, que avança. |
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TROCA DE COMANDO? |  | | | INTELIGENTE E LUCRATIVA | A companhia americana Nvidia, fabricante de chips para computadores, viu seu valor de mercado disparar de 230 bilhões para 2,3 trilhões de dólares nos últimos dezoito meses, tornando-se a terceira companhia mais valiosa do planeta. O que justifica o salto extraordinário são duas palavras cada vez mais presentes em nosso cotidiano: inteligência artificial. A empresa é a principal produtora dos chips em que rodam os programas de IA e atua como fornecedora de outras companhias, estas sim as criadoras dos softwares de IA, como Microsoft, Amazon e Google. Por quase não vender direto ao mercado de consumo, é pouco conhecida. A não ser dos gamers, pois seus processadores estão por trás das imagens e dos movimentos dos jogos mais complexos. VEJA visitou a sede da empresa, em San José, na Califórnia, e traz na edição desta semana as estratégias da companhia para os próximos anos. Leia mais na reportagem de Felipe Carneiro. | DÉFICIT PRIMÁRIO | As contas públicas fecharam o mês de fevereiro com déficit primário de 48 bilhões de reais, segundo os dados do Banco Central divulgados nesta sexta-feira. Em fevereiro do ano passado, foi registrado um déficit menor, de 28 bilhões de reais. No acumulado de doze meses, o setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit de 268 bilhões de reais, equivalentes a 2,44% do PIB, acima do déficit de 2,25% do PIB até janeiro. O governo persegue a meta de zerar o déficit nas contas públicas neste ano, conforme estipulado no novo arcabouço fiscal. A expectativa do mercado, no entanto, é que 2024 feche com déficit fiscal de 0,7% do PIB. | | | CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE  | | |
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