| | As notícias de política mais relevantes para o início do seu dia, diretamente da redação de VEJA. Cadastre-se também no grupo oficial de VEJA no Telegram clicando neste link. |
|
|---|
| | |
| | | | O governo brasileiro disse em nota que acompanha os acontecimentos no Oriente Médio "com grave preocupação" e "apela a todas as partes envolvidas que exerçam máxima contenção e mobilizem esforços no sentido de evitar uma escalada". No último sábado, o Irã realizou ataques com drones a Israel. Não houve vítimas, uma vez que os artefatos foram interceptados pelas forças israelenses. O embaixador do país no Brasil, Daniel Zonshine, se mostrou "desapontado" com a nota do Itamaraty sobre o caso e disse esperar uma condenação do Brasil ao ataque iraniano. O Conselho de Segurança da ONU se reuniu emergencialmente para tratar do tema, mas o encontro terminou sem consenso. |
|
|
|---|
| | |
| | | | Metalúrgico e líder sindicalista, Lula foi catapultado à política liderando greves históricas que desafiaram a ditadura militar nos anos 1970. Agora, em um momento delicado do seu terceiro mandato, com a popularidade em queda e outras crises internas, o presidente é alvo de uma pressão adicional vinda justamente de velhos conhecidos: os sindicatos. Um amplo movimento reivindicatório tem crescido e colocado o governo contra a parede. Vinte categorias estão mobilizadas por reajuste salarial e outras demandas. Várias delas já realizaram greves e outras ameaçam paralisações para esta semana. O Ministério da Gestão já se movimenta para tentar evitar maiores problemas. Resta saber se dará certo. |
|
|
|---|
| | |
| | | | O presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, deve convocar para esta quinta-feira a primeira sessão conjunta do ano. A ideia é que deputados federais e senadores analisem vetos presidenciais. Na semana passada, Lula sancionou o projeto que praticamente extingue as chamadas saidinhas de presos, mas vetou um trecho da proposta que proibia visitas às famílias. Até o momento, porém, não se sabe se este veto específico já será avaliado. Hoje, há 32 mudanças realizadas pelo petista e por Jair Bolsonaro que podem ser confirmadas ou derrubadas. | BARROSO E OS EXTREMISTAS | | |
| O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso afirmou que "o engajamento antidemocrático é para ganhar dinheiro". A declaração ocorreu enquanto o magistrado comentava sobre uma discussão travada no mundo inteiro a respeito da questão democrática, em que, segundo ele, há uma articulação global de grupos que potencializam agressões às instituições e que precisam ser enfrentados. "Esses ataques, muitas vezes, se escondem atrás da liberdade de expressão, quando, na verdade, estamos falando de um modelo de negócio", disse Barroso. As falas ocorrem também na esteira dos ataques de Elon Musk a Moraes. |
|
|
|---|
| | |
Este e-mail foi enviado para você pela VEJA. Para garantir o recebimento correto em sua caixa de entrada, por favor adicione o nosso e-mail, veja@emailabril.com.br, ao seu catálogo de endereços.
Veja nossa Política de Privacidade. Para cancelar o recebimento dos nossos e-mails |
| | |
|
|
|---|
|
© 2024 Abril Comunicações |
|
|---|
|
|
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário