| | As notícias de política mais relevantes para o início do seu dia, diretamente da redação de VEJA. Cadastre-se também no grupo oficial de VEJA no Telegram clicando neste link. |
|
|---|
| | |
| | | | Após a saída de Jean Paul Prates da presidência, a Petrobras perdeu, em um único dia, 34 bilhões de reais em valor de mercado. Liderando a queda do Ibovespa, as ações da empresa recuaram 6% – no início do pregão, chegaram a cair 9%. Ainda assim, os ganhos acumulados em doze meses são de 84,3%. A VEJA, Prates disse que deixa a petroleira como entrou, "pela porta da frente e de cabeça erguida" e com a "certeza de dever cumprido". Antes da nomeação oficial de Magda Chambriard, o conselho da estatal apontou Clarice Coppetti como presidente interina e anunciou trocas também na diretoria da petroleira. | | | O governo Lula anunciou o pagamento de 5.100 reais via Pix a moradores do Rio Grande do Sul que foram atingidos pelas enchentes. A estimativa inicial da Casa Civil é que 200 mil famílias sejam beneficiadas, totalizando 1,2 bilhão de reais disponibilizados para o chamado "Auxílio Reconstrução", que servirá para a compra de eletrodomésticos e itens de reparo. No Senado, foi aprovado o projeto que suspende a dívida do RS com a União por três anos. Até agora, 149 pessoas morreram e outras 108 estão desaparecidas. Em Porto Alegre, o nível do Guaíba voltou a ficar abaixo de 5 metros pela primeira vez após três dias. Diante da situação, a CBF decidiu suspender o Brasileirão por duas rodadas. |
|
|
|---|
| | |
| | | | A Corte Especial do STJ recebeu, por unanimidade, uma denúncia da PGR para tornar o governador do Acre, Gladson Cameli (Progressistas), réu por envolvimento num milionário esquema de desvios no estado. O político é suspeito de cometer os crimes de organização criminosa, corrupção, peculato e fraude em licitação. A Procuradoria-Geral da República também havia pedido ao Superior Tribunal de Justiça o afastamento do governador, mas os treze ministros da Corte Especial rejeitaram a medida porque os fatos não são contemporâneos. Em nota, o político disse ter recebido a decisão com 'serenidade'. | | | O Conselho de Ética da Câmara aprovou, por 16 votos a 1, a admissibilidade da representação do PSOL contra o deputado Chiquinho Brazão, acusado de ser o mandante do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Depois da aprovação do parecer preliminar da deputada Jack Rocha (PT-ES), que foi designada para a relatoria, Brazão terá agora dez dias úteis para apresentar sua defesa escrita. O PSOL pede a cassação do mandato de Brazão por quebra de decoro parlamentar. Ele está preso desde o final de março. | | | JULGAMENTO DE MORO NO TSE | | |
| O Tribunal Superior Eleitoral deve começar a julgar nesta quinta os recursos do PT e do PL contra a decisão do TRE do Paraná que rejeitou, por 5 votos a 2, a cassação do senador Sergio Moro (União Brasil-PR). Os partidos acusam o parlamentar de abuso de poder econômico durante a campanha para as eleições de 2022. O relator dos recursos no TSE é o ministro Floriano de Azevedo Marques. O tribunal também deixou a próxima terça-feira, dia 21, reservada caso seja necessário dar continuidade à análise – esta é a expectativa dentro da Corte Eleitoral. |
|
|
|---|
| | |
Este e-mail foi enviado para você pela VEJA. Para garantir o recebimento correto em sua caixa de entrada, por favor adicione o nosso e-mail, veja@abrilmultimidia.com.br, ao seu catálogo de endereços.
Veja nossa Política de Privacidade. Para cancelar o recebimento dos nossos e-mails |
| | |
|
|
|---|
|
© 2024 Abril Comunicações |
|
|---|
|
|
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário