| | "Dissidências sexogenéricas", "integridade afetiva" e "Estado social". Estes são alguns termos presentes na proposta de nova Constituição em discussão no Chile. A discussão pode parecer distante, mas está muito próxima do Brasil. Em artigo exclusivo para Crusoé, a advogada constitucionalista Vera Chemin explica como os chilenos podem acabar por aprovar um "perigoso instrumento para a ascensão de uma ditadura de esquerda" e os alertas deste movimento ao Brasil. | |
| | Leia um trecho do artigo: "Até que os chilenos votem em referendo a ser realizado em setembro se aprovam ou não o novo texto, a lição que deve ficar para os brasileiros é que o risco não compensa. Uma Constituição não pode ser substituída ao bel prazer dos representantes políticos. Há pouco tempo, em 2018, essa possibilidade foi aventada tanto pelo atual vice Hamilton Mourão, como pelo petista Fernando Haddad. Soa estranho, a meu ver, que alguns brasileiros queiram trocar a Constituição sem que tenha ocorrido uma ruptura da ordem social." | |
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