Bom dia, queridos leitores! Depois de um feriadinho, espero que todos estejam descansados e protegidos. Para lembrar o Dia das Crianças, nosso TAB especial contou a história dos pequenos que vivem no campo de Moria, o maior campo de refugiados da Europa. Na semana que passou, a gente se despediu do podcast "Fora da Curva". Também foi uma semana cheia de reflexões sobre os 10 anos do Instagram, com muito conteúdo sobre nossa língua portuguesa. Vergonha europeiaHá cinco anos o Velho Continente enfrenta o desafio de lidar com um grande afluxo de refugiados. Direto da Grécia, o jornalista André Naddeo conta como é a infância no campo de Moria, na ilha de Lesbos. Apenas 9% das crianças iam à escola antes do incêndio que atingiu o local. Embora o assunto tenha perdido espaço na mídia, a Europa ainda vive essa crise, que não parece terminar tão cedo. Leia mais aqui. Olhar afetivoNo oitavo e último episódio da terceira temporada do podcast "Fora da Curva", Monique Evelle conversou com Roger Cipó, fotógrafo e criador da "Olhar de um Cipó", projeto que documenta terreiros de candomblé, a partir de uma perspectiva afetiva. Otimista, Cipó apontou movimentações positivas no mercado de trabalho para os negros no Brasil, assunto que foi tema do bate-papo. Ouça aqui. Drag-se em casaA pandemia cortou o barato e acabou com a festa de todo mundo. Estrelas da noite e amantes de um público aglomerado e fiel, as drags têm se reinventado e apostado na produção de conteúdo direto de casa. Por meio de webséries, canais de culinária e rifas, a cultura drag se mantém viva, mesmo com a pandemia. Veja mais aqui. Decisão do júriSe você já viu qualquer série ou filme norte-americano sobre crime, já viu alguma cena de tribunal. As pessoas ficam ali sentadas discutindo um caso até chegar a um veredito sobre o destino do réu. No Brasil, o tribunal de júri é um pouco diferente. Casos famosos, como o de Suzane Richthofen, os de Isabela Nardoni e aqueles narrados pelos podcasts do momento, "Caso Evandro" e "Praia dos Ossos", foram julgados por um júri. No "Tá Explicado" desta semana, conversei com advogados e pessoas que já foram jurados para contar como funciona um tribunal de júri. Leia aqui. Saramago nas telonasEm 1984, José Saramago, o único escritor de língua portuguesa a ganhar o prêmio Nobel de Literatura, publicou um livro sobre o encontro entre um criador e sua criatura. "O Ano da Morte de Ricardo Reis" narra uma relação fictícia entre Fernando Pessoa e seu heterônimo, Ricardo Reis. Neste 2020 caótico, ganhamos de presente uma adaptação da história para o cinema. A jornalista Luiza Sahd assistiu ao longa, que será exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e conversou com o elenco e realizadores do filme, depois de uma sessão de cinema (distanciada e com máscara, diga-se) em Lisboa. Confira aqui. Para todesQuem está na internet há algum tempo já viu por aí textos que trocam os artigos "o" e "a" por "x" ou "e". Essa troca visa criar uma linguagem neutra, que possa incluir pessoas da comunidade LGBTQI+ marginalizadas pela sociedade. O debate é espinhoso e a solução, por incrível que pareça, é simples. Nesta reportagem, falamos sobre o assunto. O peso das palavrasTem gente que acha "saudade" uma das palavras mais bonitas da língua portuguesa por ser única. Assim como a "sobremesa" dos espanhóis é diferente da nossa em português, cada idioma tem termos quase intraduzíveis. Como a língua expressa o que sentimos, será que os estrangeiros não sentem saudade? Como o idioma pode influenciar nossas sensações e nossa cultura? Leia aqui. #Insta10anosEm outubro, a rede social que geral ama odiar (ou odeia amar, a depender do caso) completou 10 anos. Em 2010, ninguém tirava foto do prato de comida, não existia selfie com filtro e não era preciso registrar absolutamente tudo o que você estava fazendo com o celular. No máximo, as atividades cotidianas geravam 140 caracteres no Twitter. Na última década, o Instagram mudou muito a nossa vida offline. Veja mais sobre o tema aqui. 
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