O PSL-RJ direcionou R$ 49 mil reais da verba para candidatas mulheres nas eleições de 2018 para duas empresas ligadas a a assessores de Flávio Bolsonaro envolvidos no esquema da rachadinha na Alerj. O valor corresponde a mais de 10% da cota feminina, escrevem hoje no UOL, com exclusividade, Amanda Rossi, Gabriela Sá Pessoa e José Dacau. Das 33 postulantes do diretório estadual, 27 devolveram metade de suas verbas eleitorais para essas empresas. Um terço das candidaturas apresenta indícios de maquiagem contábil ou assinaturas falsas. Cinco candidatas disseram que a contratação das duas empresas foi direcionada pelo PSL do Rio, presidido em 2018 por Flávio Bolsonaro. Ao menos três dizem acreditar que, apesar de reais, suas campanhas não tinham viabilidade por falta de ajuda partidária. Procurados, o PSL e o senador Flávio Bolsonaro não responderam aos pedidos da reportagem. |
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