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| | | | 'INSPIRAÇÃO PARA A AMÉRICA DO SUL' | | |
| Em uma virada surpreendente, a coalizão de esquerda Nova Frente Popular venceu o segundo turno das eleições legislativas na França. O bloco conquistou 182 assentos no Parlamento e precisará de novas alianças para governar, uma vez que não formou maioria - para isso, eram necessárias 289 cadeiras. A sigla de Emmanuel Macron conseguiu 168 lugares, enquanto o Reunião Nacional, de extrema direita, ficou em terceiro, com 143. Diante do resultado, o premiê do país, Gabriel Attal, decidiu renunciar ao cargo, mas o presidente não aceitou. Ao comentar o resultado, Lula disse que "as forças políticas se uniram contra o extremismo" e "devem servir de inspiração para a América do Sul". | | | Sem agenda com Lula, o presidente da Argentina, Javier Milei, foi recebido por Jair Bolsonaro em Santa Catarina, onde participou do evento conservador CPAC. O ultraliberal se reuniu com empresários locais e também com os governadores Tarcísio de Freitas, de São Paulo, e Jorginho Mello, de SC. Milei recebeu das mãos de Eduardo Bolsonaro uma medalha de 'imorrível, imbrochável e incomível', bordão muito utilizado pelo ex-presidente brasileiro. Em seu discurso no evento, o político argentino não mencionou Lula, mas cutucou os filhos do petista e denunciou o que chamou de "perseguição" a Bolsonaro. |
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| | | | OPORTUNIDADE PARA HADDAD | | |
| No primeiro ano de governo Lula, a parceria entre Fernando Haddad e Arthur Lira ajudou o ministro da Fazenda a colher frutos e ganhar a confiança do mercado. Este ano, após embates - e derrotas - com o Congresso, além de declarações controversas do presidente, Haddad acumulou maus momentos e se viu pressionado dentro do Planalto e no Legislativo. Agora, porém, ele terá, novamente pelas mãos de Lira, a chance para deixar de lado a agenda negativa. Se o roteiro for cumprido, o chefe da Câmara submeterá a votação da regulamentação da reforma tributária nesta semana. Será a chance do petista respirar um pouco. |
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