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O Ibovespa, principal índice da B3, opera em estabilidade enquanto o dólar recua 0,1%, vendido a 5,48 reais até o meio do dia. Nesta sexta-feira, os investidores repercutem os dados robustos do mercado de trabalho dos Estados Unidos. A resiliência dos empregos por lá reforça a cautela do Fed, o banco central americano, em manter os juros altos por mais tempo. Sem grandes novidades no cenário doméstico, o índice é impulsionado pelas principais bolsas internacionais, que operam majoritariamente no lado positivo. As commodities, como petróleo e minério de ferro, estão em queda, o que pode limitar os ganhos do índice. |
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REFORMA DESIDRATADA |  | | | O EFEITO DOS DISPARATES | Os movimentos feitos pelo mercado financeiro nos últimos dias mostraram, sem dar margem a dúvidas, os efeitos diretos das declarações das autoridades nos desígnios da economia. Não é de hoje que o presidente Lula comete disparates, mas desta vez ele parecia disposto a tudo, numa estratégia incompreensível. Lula criticou a autonomia do Banco Central, atacou de novo Roberto Campos Neto, o chefe da autarquia, desprezou a responsabilidade fiscal e insistiu na velha cantilena de que gasto é investimento. O resultado das afirmações extravagantes não poderia ter sido outro: o dólar disparou, o Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira, encolheu, o risco-país subiu, estrangeiros retiraram recursos do mercado brasileiro. Na quarta-feira, Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deram declarações que geraram algum alívio. "Responsabilidade fiscal é compromisso", disse o presidente. A reportagem de VEJA desta semana das repórteres Juliana Elias, Camila Pati e da editora Juliana Machado mostra por que toda essa crise não deve parar por aqui. | | | CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE  | | |
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