Olá, investidor. As Bolsas de Valores dos Estados Unidos e da Europa operam em alta nesta terça-feira (15), ensaiando uma recuperação das perdas da véspera, provocadas pela escalada das tensões entre Rússia e Ucrânia. Os mercados globais são tomados por um clima de cautela, e o governo norte-americano segue alertando para o risco de invasão à Ucrânia a qualquer momento, enquanto o presidente russo Vladimir Putin nega ter a intenção de invadir o país vizinho. Além disso, em conversa com o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, Putin informou que encerrará parte das atividades militares na fronteira entre Belarus e Ucrânia, mas sem detalhar quantos soldados serão removidos da região. Ainda assim, de acordo com o Ministério da Defesa ucraniano, há cerca de 127 mil soldados russos posicionados nas fronteiras com Rússia e Belarus. Diante dos sinais de recuo por parte do governo russo, os preços do barril de petróleo operam em queda, enquanto a demanda por ativos de risco - em especial as ações - volta a crescer. Por fim, o presidente Jair Bolsonaro chega à Rússia nesta terça-feira para se encontrar com Putin, mas a Ucrânia deve ficar de fora da pauta. Ibovespa beneficiado por investimento estrangeiroPor aqui, o Ibovespa - principal índice da Bolsa brasileira - segue se beneficiando do fluxo de investimento estrangeiro em direção ao mercado brasileiro de ações. Esse fluxo destina-se principalmente às grandes empresas -como bancos e exportadoras de commodities-, mas pode diminuir diante do recuo dos preços do petróleo e do minério de ferro no mercado internacional. Leia no 'Investigando o Mercado' (exclusivo para assinantes do UOL Economia Investimentos): informações sobre os resultados da Usiminas no quarto trimestre de 2021. Um abraço, Felipe Bevilacqua Analista certificado e sócio-fundador da Levante CNPI - Analista certificado pela Apimec Gestor CGA - Gestor de Fundos certificado pela Anbima Administrador de Recursos e Gestor autorizado pela CVM Queremos ouvir vocêTem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para uoleconomiafinancas@uol.com.br. |
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