Três estagiárias, ao se perceberem as únicas pessoas negras em uma equipe de 50, se tornaram o estopim para a transformação pela qual a agenda de inclusão da Unilever passa desde 2019. Elas começaram abordando outros funcionários negros pelos corredores da empresa para troca de experiências e o grupo ganhou o nome de Afrolever. A empresa entendeu o recado. Hoje, um fundo de R$ 17 milhões acelera a inclusão racial na Unilever tanto em suas estruturas internas como em sua cadeia de valor e comunidade. E a inovação está em como isso é feito. Luana Suzina, gerente de Equidade da multinacional, mostra que a forma como uma companhia recruta pessoas pode colaborar para uma sociedade mais justa e que, às vezes, a maior qualidade de uma empresa é saber ouvir. |
Nenhum comentário:
Postar um comentário