O Ministério da Saúde reconheceu hoje a falta de medicamentos em hospitais, como anestésicos e relaxantes musculares, para a intubação de pacientes diagnosticados com o novo coronavírus. Em nota, a pasta afirmou ter realizado levantamento diário "para atender emergencialmente as necessidades de todas as localidades". Para comprar os medicamentos em falta, três medidas vêm sendo adotadas: requisição administrativa, pregão via Sistema de Registro de Preços e cotação para compra internacional via Opas (Organização Pan-Americana da Saúde). Enquanto isso, começaram a sair os primeiros resultados sobre a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. Segundo o estudo, ela é segura e capaz de desenvolver anticorpos contra o novo coronavírus. O ensaio envolveu cerca de 1.077 pessoas e o resultado foi divulgado hoje na renomada revista The Lancet. A vacina é uma das mais promissoras para combater o novo coronavírus e está na terceira e última fase de estudos clínicos, quando é avaliada sua eficácia para imunizar seres humanos. Essa etapa acontece simultaneamente no Reino Unido, no Brasil e na África do Sul. Já a vacina da farmacêutica chinesa Sinovac Biotech que será testada no Brasil chegou hoje a São Paulo, segundo informou o governador do estado, João Doria (PSDB). A previsão é de que a vacina esteja disponível até junho de 2021. |
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