| | | | | | | | | | Notícias e análises da economia e do mundo dos negócios, diretamente da redação de VEJA. Cadastre-se também no grupo oficial de VEJA no Telegram clicando neste link. Edição: Larissa Quintino | | | | | | | | | | | O Brasil registrou 788 fusões e aquisições entre grandes empresas nos primeiros sete meses do ano. Os dados são de um levantamento da consultoria Kroll, com exclusividade para o Radar Econômico. A reportagem de Pedro Gil mostra que em 66% dessas negociações houve participação dos investidores estratégicos -- aqueles que trazem à mesa, além do dinheiro, expertise sobre o negócio. No acumulado do ano, o setor com o maior número de fusões e aquisições foi o de instituições e serviços financeiros, com 21 transações, seguido por dez negócios em software e TI e oito em alimentos e bebidas. | | | | | | | | | | | O varejo brasileiro ficou no zero a zero na passagem de maio para junho, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira, 9. No segundo trimestre, houve recuo de 0,3% e o comportamento do setor traz alguns sinais para a economia brasileira. A taxa de juros -- ainda alta, dado que a redução de meio ponto na Selic é recente -- mantém o consumo restrito, pressionando o resultado das vendas. Além disso, a desaceleração do setor deve ser refletida no PIB. "O números sugerem que de fato o PIB do segundo trimestre deve apresentar queda, o que no mais é esperado", afirma o economista André Perfeito. | | | | | | | | | | | | | A "bola de neve" criada pela Petrobras em relação ao preço dos combustíveis pode trazer efeitos danosos à inflação. O repórter Diego Gimenes entrevistou André Braz, economista e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), para o programa VEJA Mercado desta quarta-feira. O especialista alerta que o repasse integral da atual defasagem de 20% em relação à paridade internacional deve levar o IPCA de 2023 ao patamar de 5,5% — fora do intervalo de tolerância estipulado pelo Banco Central. Para não perder nenhuma edição do programa, siga o canal de VEJA no Youtube e também no Spotify. | | | | | | | | | | | A bolsa brasileira tem mantido variação negativa nos quatro pregões seguintes à decisão do Copom -- acumulando seis quedas consecutivas até ontem. Em entrevista ao repórter Felipe Erlich, no Radar Econômico, o diretor de investimentos e sócio da TAG Investimentos, André Leite, afirma que o movimento não surpreende, já que há cautela entre os investidores após a decisão do Copom, e há novos pesos sobre a condução da política monetária colocados na balança. "O BC vai ter mais dois novos diretores. Vão sair dois que votaram por uma redução de 0,25 ponto e vão entrar indicados do governo Lula", diz. | | | | | | | | | | | O Ibovespa negocia em queda de 0,9% no meio do dia, seu sétimo dia consecutivo no vermelho. O valor dos ativos é influenciado pela primeira deflação mensal na China desde fevereiro de 2021. Em julho, os preços no mercado chinês caíram 0,3%, em média, e revelaram os percalços da recuperação da segunda maior economia do mundo. O dólar comercial sobe 0,2%, cotado a R$ 4,90. As ações da CVC caem 5,5% depois de a companhia ter registrado um prejuízo trimestral de 176 milhões de reais no segundo trimestre. | | | | | | | | | | | | | | | | | | | Este e-mail foi enviado para você pela VEJA. Para garantir o recebimento correto em sua caixa de entrada, por favor adicione o nosso e-mail, vejamercado@emailabril.com.br, ao seu catálogo de endereços. Veja nossa Política de Privacidade. Para cancelar o recebimento dos nossos e-mails | | | | | | | © 2023 Abril Comunicações | | | | | |
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