Bom dia, queridos leitores! Mais uma semana começou e estou aqui de novo para te lembrar que é terça-feira, dia da newsletter mais amada do seu e-mail. A semana que passou foi cheia de histórias de doçura, como a do seu Nelson, que digitalizou sua loja de jardinagem, a dos gatinhos Cloroquino e Quarentino e a de fotógrafos unidos para amenizar os sofrimentos da solidão de quem enfrenta a Covid-19. Quer entender tudo isso? Segue aqui comigo. Ok, boomerSe você tem menos de 40 anos, provavelmente já atacou de menino da TI, seja para conectar a impressora ou ensinar seus progenitores a ver lives no Instagram e no YouTube. Com a pandemia, nossos velhos estão sentindo cada vez mais a necessidade de aprender a mexer nas redes sociais e lidar com a tecnologia — principalmente entre aqueles que têm negócio. Nos últimos meses, cada vez mais baby boomers (pessoas nascidas entre 1945 e 1964) estão marcando presença na rede, como o seu Nelson, dono de uma loja de jardinagem em São Paulo que agora bomba no Instagram. Leia mais aqui. A cara de quem cuidaA Covid-19 é uma doença solitária. Sua forma de contágio e a falta de medicamentos ou vacina obrigam o isolamento do paciente. Para amenizar o sofrimento da solidão, um grupo de fotógrafos se uniu para organizar videochamadas entre os internados e seus familiares. A iniciativa também humaniza as figuras mascaradas que cuidam de quem adoece por meio de crachás com fotos dos profissionais de saúde. Veja detalhes aqui. Revolução dos bichosSe o ser humano foi obrigado a permanecer isolado nos últimos meses, o resto do mundo animal ficou à solta, principalmente em Brasília: uma naja picou um estudante de veterinária, uma ema colocou as asinhas de fora e bicou o presidente e o cão do ministro Paulo Guedes o mordeu. A indústria de memes brasileira funcionou a todo vapor na internet. O que explica nossa fascinação por memes com animais? A jornalista Luiza Sahd explica aqui. Pais de petFalando em bichos, nem todos os animais fugiram do controle do bicho homem. Alguns ainda se permitem ser domesticados. Durante a carentena, muita gente buscou amor nas patas de um pet, e o número de adoções aumentou, segundo ONGs de resgate de animais. Falando por experiência própria e com base em evidência científica, adotar um melhor amigo é tudo de bom: a "pet-terapia" tem efeitos positivos — uma pesquisa na Espanha durante a quarentena mostrou que os bichinhos ajudaram a suportar o lockdown. Veja mais sobre o assunto aqui. Treta do bemPermanecer boa parte do dia —ou dias inteiros— sob o mesmo teto trouxe à tona muita mágoa guardada com relação ao tapetinho da cozinha na casa da repórter Marília Marasciulo. Mas nem toda treta precisa acabar em briga. Para muitos especialistas, concordar em discordar tornas as relações muito mais saudáveis. Quer saber o por quê? Leia aqui. 'Pandelivery'Que atire o primeiro cartão de crédito quem não pediu delivery durante a pandemia. Já falamos aqui no TABsobre se é ético ou não pedir comida por aplicativo na quarentena e como não ser babaca com os entregadores. Agora, uma dupla de diretores resolveu documentar os corres dos entregadores em plena pandemia de Covid-19 em São Paulo e, spoiler: não é nada fácil. Saiba mais sobre o filme aqui. Terra de ninguémExiste uma briga no Brasil que atravessa séculos: a divisão de terras. Em 1850 foi promulgada a lei de terras no país, que determinou a existência de propriedade privada em território nacional. É uma lei que já nasce excludente e ajuda a perpetuar a desigualdade racial no país. No "Tá Explicado" desta semana, a jornalista Luiza Pollo desenrola essa história. Leia aqui. |
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