Alô, vocês! Chegando no seu email mais uma edição quentinha da newsletter do TAB para te lembrar que, mais uma vez, é terça-feira. Apesar de todos os dias parecerem uma grande segunda-feira, vem com a gente pra se manter ligado no que rolou essa semana. Comemoramos o aniversário de Karl Marx à moda millennial, refletimos sobre a solidão na pandemia e a exaustão que as festinhas no Zoom causam, discutimos o conceito filosófico que leva todos a brigar feito cão e gato nas redes sociais e, de quebra, viajamos na utopia das cidades flutuantes — acredite, ela é o futuro. Saca só. Sobre as águasJá imaginou como seria viver em uma casa flutuante? Frente ao aquecimento global, o futuro do morar e do viver pode estar boiando nas águas de rios e oceanos. No TAB desta semana, a repórter Jacqueline Lafloufa nos mostra projetos desenvolvidos para resolver problemas de moradia em regiões que já alagam (e vão alagar mais). Já há soluções arquitetônicas em que cidades inteiras são pensadas para funcionar sobre as ondas. Na região norte do Brasil, as palafitas, que evitam a inundação durante as cheias dos rios, já são uma realidade — ainda que com problemas graves de saneamento básico. O futuro boiante será acessível a todos? Leia aqui a reportagem completa. Tá todo mundo louco (ou quase)No 13° episódio do podcast "Fora da Curva", Monique Evelle conversa com o psicólogo Gabriel Leal, fundador da Rede Vivas, plataforma de atendimento psicológico focada na população negra e LGBTQ+. O assunto da conversa foi a saúde mental de todos e especialmente das minorias, e o que o futuro nos reserva. A vida vai voltar a ser o que era antes? Vamos sair melhores depois dessa? Qual será o novo normal? Ouça o episódio completo aqui. Um amanhã pragmáticoAinda na tentativa de trazer respostas sobre como será o futuro pós-pandemia, a colunista do TAB Lidia Zuin conversou com Roger Spitz, futurista profissional que usa a ficção científica para pensar o amanhã. Na entrevista, Spitz reflete sobre educação, tecnologia, economia e as particularidades do Brasil em meio à crise da Covid-19. O que os futuristas pensam do futuro feito à imagem e semelhança da crise sanitária? Leia a entrevista. Marx é popNa última terça-feira (5) foi aniversário do grande pensador Karl Marx. Amado por alguns, odiado por outros, o filósofo e sociólogo está cada vez mais pop entre os millennials na internet, especialmente nese momento de pandemia, em que todos questionam consumismo, desemprego, relações de trabalho e o capitalismo selvagem. Trabalhadores do mundo, uni-vos, mas afastados. Jovens influenciadores têm jogado luz nas obras do velho barbudo na internet para torná-las cada mais acessíveis: a produção de conteúdo vai de videoaulas para ler "O Capital" até memes com conceitos marxistas. Veja mais aqui. Fé adaptadaAssim como as igrejas católicas e evangélicas adaptaram suas missas e cultos para a era da internet durante a pandemia, as Testemunhas de Jeová adaptaram seu trabalho de evangelização. A repórter Marie Declercq conversou com os fiéis sobre como está sendo a passagem da palavra por meio do telefone e nas reuniões via Zoom. Antes, os ensinamentos da Bíblia eram ensinados de porta em porta. Agora, para manter todos seguros, o telefone e as ferramentas digitais têm sido o principal meio para manter a fé viva. Leia a reportagem completa. Vozes da experiênciaNos anos 1980, uma família brasileira passou 30 dias num barco para atravessar vários oceanos. A história em alto-mar dos Schurmann é conhecida, mas como eles estão lidando com a quarentena em terra firme? Como cada um está em um canto no momento, a repórter Luiza Pollo conversou com David, um dos filhos, e Heloísa, a matriarca, que estão isolados na mesma casa, sobre o que eles aprenderam durante o tempo no barco e o que pode ser aplicado nesse período de distanciamento social. Leia a entrevista aqui. Mente cansadaSe você está em casa respeitando o isolamento social, é capaz de que a maior parte das suas conversas e relações sociais têm rolado da tela do celular ou pelo computador. O happy hour agora acontece na mesma tela que a reunião com o seu chefe. Tudo isso cansa o cérebro, e há uma explicação para o esgotamento do contato via telas. Nesta reportagem, explicamos por que todo mundo está exausto de conversar pelas telinhas. A 'home' no 'office'Se você está com dificuldade de adaptar a rotina em casa para trabalhar, saiba que não está sozinho. TAB teve acesso exclusivo aos dados de uma pesquisa da FGV (Fundação Getúlio Vargas) sobre as dificuldades do home office, que vão desde manter a rotina e a concentração para trabalhar e ser produtivo até o medo e a incerteza de manter o emprego. Surpreendentemente, entre os nativos digitais os desafios do home office são ainda maiores. Veja a pesquisa completa aqui. |
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