Bom dia, cidadãos! Para quem perdeu a conta de há quantos dias não sai pra dar um rolezinho e não sabe mais que dia da semana é hoje, venho avisar que é terça-feira, dia de receber a newsletter do TAB. Nesta edição, mostramos a rotina de quem está na linha de frente do atendimento à Covid-19, refletimos sobre a programação de reprises na televisão em tempos de pandemia e sobre o futuro dos influenciadores e artistas confinados em seus lares. Vem comigo! Na linha de frenteNós os chamamos de heróis, mas eles desconversam. Não se sentem assim. No TAB desta semana, esta que vos escreve narrou as sensações dos profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate à Covid-19. Médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem do Hospital Emílio Ribas, o primeiro de São Paulo (epicentro da pandemia no Brasil) a ter seus leitos de UTI 100% ocupados por casos da doença, descrevem o que veem, ouvem e sentem no dia a dia dos últimos dois meses. Leia aqui a reportagem completa. Novos velhos víciosSe antigamente passar horas com a cara enfiada no celular era sinal de problema, hoje é necessidade. Com a pandemia, a única forma de se manter em contato com o mundo é o celular. Mas onde isso vai nos levar? No episódio desta semana do podcast "Fora da Curva", Monique Evelle conversa com Iza Dezon, sócia-fundadora da Dezon Consultoria Estratégica, sobre a possibilidade de o uso de tecnologias se tornar um vício futuramente. Ouça o episódio completo aqui. Vale a pena ver de novo?Como uma enzima, o novo coronavírus fez muitos processos que estavam em andamento lento ou em planejamento se acelerarem. A nostalgia, que já estava em alta antes da pandemia, transformou a programação da televisão em uma máquina do tempo: vimos o Brasil ser tetra e penta novamente e o ídolo Ayrton Senna vencer. No entretenimento pós BBB, temos Pereirão de volta ao horário nobre. No Instagram, todo dia é dia de #tbt. Nesta reportagem, Tiago Dias conversa com especialistas para entender o fenômeno da nostalgia em tempos de quarentena. Essencial, pero no muchoSabemos que você está cansado de ficar em casa de moletom ou pijama o dia inteiro. Ninguém aguenta mais se olhar no espelho e ver o cabelo desgrenhado. Ninguém está fazendo depilação e as cutículas estão um horror. Tem gente que nem faxina tem feito, já que está sem ajuda da diarista. Por que serviços que são considerados supérfluos parecem tão essenciais, agora que os perdemos? Em plataformas de serviços como GetNinjas, a procura por manicures e diaristas cresceu durante a pandemia. Vale a pena correr o risco? Vem descobrir neste link. Oi, meninas!Como a pandemia vai afetar a produção de conteúdo dos influenciadores digitais? Na semana passada, a blogueira Gabriela Pugliesi apagou sua conta no Instagram após perder patrocinadores, depois de dar uma festa em seu apartamento durante o período de isolamento social. A repórter Marie Declercq conversou com especialistas sobre o futuro da cultura de celebridades e influenciadores. Leia aqui. Sexo virtualPara curar a carentena (carência durante a quarentena) e respeitar o isolamento social, grupos que se reuniam para fazer suruba agora se juntam no aplicativo Zoom para trocar carinho, afeto, desabafos e, por quê não, nudes picantes. É uma websuruba. Mas pera lá que não é bagunça, não. Se organizar direitinho, todo mundo webtransa — e a mulherada manda no rolê. Leia mais aqui. Quero caféNem só de sacanagem vive o Zoom. Muita gente tem usado os aplicativos para fazer videoconferências sérias. No home office, é preciso resistir ao chamado do conforto da cama e do sofá. Para isso, todo mundo recorre ao bom e velho cafezinho para se manter acordado. A repórter Luiza Pollo explica como a cafeína formatou o ambiente de trabalho moderno como o conhecemos. Faz uma pausa aí, passa um café e vem ler aqui. |
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