Notícias e análises da economia e do mundo dos negócios, diretamente da redação de VEJA. Cadastre-se também no grupo oficial de VEJA no Telegram clicando neste link. Edição: Larissa Quintino |
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O Ibovespa, principal índice da B3, opera em queda de 0,3% e o dólar é negociado com alta de 1,2%, cotado a 4,92 reais. O mercado é influenciado pela tendência de aversão ao risco observada internacionalmente, decorrente da diminuição nas expectativas quanto ao processo de corte das taxas de juros nos Estados Unidos e indícios de uma recuperação instável na China. Segundo a ferramenta FedWatch, do CME Group, 61% dos investidores agora acreditam que o Fed iniciará o ciclo de redução de juros em março, marcando uma queda em relação aos 80% registrados no final de 2023. No cenário doméstico, as atenções continuam voltadas para as discussões sobre a reoneração da folha. |
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O repórter Diego Gimenes entrevistou Thiago Guedes, diretor de investimentos da fintech Bridgewise, para o programa VEJA Mercado desta quarta-feira. O especialista afirmou que a comunicação do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, foi adequada sobre os cortes nas taxas de juros do país, mas que a interpretação e a reação do mercado foram otimistas demais. Guedes diz que os dados macroeconômicos vão determinar quando o Fed vai cortar os juros e que tanto o emprego quanto os balanços corporativos reforçam o aquecimento da economia local. Para não perder nenhuma edição do programa, siga o canal de VEJA no YouTube e também no Spotify. |
Nos últimos anos, a renda dos 0,01% mais ricos no Brasil cresceu três vezes mais que a média nacional. O crescimento médio da renda nessa elite foi de 96%, enquanto os 95% mais pobres experimentaram um aumento de apenas 33% de 2017 a 2022, pouco acima da taxa de inflação. Os dados compilados pelo economista Sérgio Gobetti, do Observatório de Política Fiscal do FGV Ibre, ressaltam que a concentração de renda no topo atingiu níveis históricos, marcando uma reversão após uma década de relativa estabilidade na desigualdade. Leia mais na reportagem de Luana Zanobia. |
Uma das grandes promessas de Lula, a correção da tabela do Imposto de Renda terá um retrocesso. Com a recente atualização do salário mínimo, os brasileiros que ganham o equivalente a duas vezes esse piso terão a incidência de IR nos seus rendimentos a partir deste ano. De acordo com a Unafisco Nacional, entidade que representa auditores fiscais da Receita Federal, o aumento de cerca de 10% no salário mínimo em 2024 elevou os ganhos para quem recebia até dois salários mínimos no ano passado, equivalente a 2.640 reais, para 2.824 reais. A tabela, entretanto, não tem o ajuste automático e, então, a população com essa renda volta a ser tributada. |
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