Notícias e análises da economia e do mundo dos negócios, diretamente da redação de VEJA. Cadastre-se também no grupo oficial de VEJA no Telegram clicando neste link. Edição: Larissa Quintino |
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O Ibovespa opera em queda de 0,3% e o dólar é negociado com alta de 0,5%, cotado a 4,88 reais. O mercado apresenta maior aversão ao risco após a escalada da tensão no Oriente Médio. Além disso, a decisão do Banco da China de manter as taxas de juros inalteradas frustrou a expectativa dos investidores. Por aqui, investidores aguardam as conversas entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, sobre a medida provisória da reoneração da folha de pagamento. Nesta segunda-feira, as commodities também estão em baixa. Os contratos futuros do petróleo caem 1% e o minério de ferro recuou mais de 3% na madrugada em Dalian, na China, cotado a 130 dólares por tonelada. |
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Analistas consultados pelo Banco Central reduziram a estimativa para a inflação em 2024. De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar o ano em 3,87%, ligeiramente abaixo dos 3,90% projetados na semana passada. A estimativa segue acima do centro da meta de 3%, mas abaixo do teto, que vai até 4,5% neste ano. A revisão ocorreu após a divulgação dos dados da inflação de 2023, que, pela primeira vez desde 2020, foi inferior ao teto de 4,75%. O mercado financeiro também revisou para baixo a projeção para o dólar neste ano. De acordo com o relatório do BC, os analistas estimam que a moeda americana valerá 4,95 reais ao fim do ano. |
EMPREGOS E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL |
Cerca de 40% dos empregos em todo o mundo poderão ser afetados pelo crescimento do uso de inteligência artificial (IA), de acordo com o Fundo Monetário Internacional. A diretora do FMI, Kristalina Georgieva, pediu que os governos criem redes de proteção e montem programas de treinamento para conter o efeito negativo da tecnologia. "Na maioria dos cenários, a IA irá provavelmente agravar a desigualdade geral, uma tendência preocupante que os decisores políticos devem abordar proativamente para evitar que a tecnologia alimente ainda mais as tensões sociais", escreveu Georgieva em relatório publicado pelo FMI antes do Fórum Econômico Mundial, que começa nesta segunda-feira em Davos, na Suíça. |
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