Dona de cinco fazendas de gado em Goiás e herdeira de um dos maiores pecuaristas do estado, a mineira Roseli Tavares considera-se representante de uma parte do agronegócio que já teve —e deixou para trás— um certo "complexo de botina suja". Muitos fazendeiros ricos e suas famílias, diz ela, "até hoje se acham jeca" e têm vergonha, por exemplo, "de entrar nos lugares chiques de São Paulo". Integrante do único setor da economia brasileira que deve crescer de fato neste ano, a fazendeira diz fazer parte de um segmento ascendente e "mais evoluído" do agro —poderoso e orgulhoso de si. "Até os paulistanos já entenderam que o agro tem dinheiro", afirma. Conservadora na economia e nos costumes, ela não revela o tamanho dos seus rebanhos, diz que ainda negocia no "fio do bigode" e, ao contrário de muitos colegas produtores, se recusa a trocar seus bois pela soja. LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO UOL PRIME Reportagem de Thaís Oyama, do UOL **** UOL Prime traz toda semana o melhor do jornalismo do UOL. Para acompanhar todos os especiais e ter acesso a outros conteúdos exclusivos, como colunas, previsão de Horóscopo, newsletters, reportagens do UOL TAB, descontos do Clube UOL e muito mais, assine o UOL. |
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