O ministro do STF Alexandre de Moraes foi criticado reservadamente por alguns colegas no caso do Telegram, segundo Carolina Brígido e Paulo Roberto Netto. O problema não foi a intervenção na divulgação de informações falsas pelo aplicativo, mas no remédio, que incluiu a publicação forçada de texto de lavra própria do magistrado. Wálter Maierovitch vai na mesma linha. Pensa que o Telegram praticou ciberterrorismo, mas que o juiz colocou-o "num pau-de-arara virtual". Thaís Oyama, analisando a decisão, se incomoda com o uso da palavra "imoral". "A moral não está sujeita à lei; e a imoralidade, por condenável que seja, não é crime", diz a jornalista. Josias de Souza, porém, anotou novamente, desta vez no programa UOL News: "Moraes cresce sobre a inoperância do Congresso Nacional". |
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