O governo indicou para o mandarinato do BC Gabriel Galípolo, o número 2 do Ministério da Fazenda. Houve cumprimentos efusivos da parte de Campos Neto, segundo Carla Araújo, que destaca que os dois economistas têm bom diálogo. José Roberto Kupfer avalia que Lula mandou alguém para marcar a bola já na saída, pressionando de dentro do BC para uma queda nos juros. E dá um sinal de quem deve ser (e que perfil deve ter) o substituto de Campos Neto. Galípolo é menos "mercadista" que seu antecessor e que o próprio presidente da instituição. Josias de Souza dá um passo além: "Foi como se Lula sinalizasse para o neto de Roberto Campos que sua renúncia —agora ou a qualquer hora— seria bem-vinda." |
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