Notícias e análises da economia e do mundo dos negócios, diretamente da redação de VEJA. Inscreva-se para receber as newletters de VEJA clicando neste link. Edição: Larissa Quintino |
|
|---|
| | |
O Ibovespa, principal índice da B3, opera em alta de 0,3%, enquanto o dólar é negociado na estabilidade, cotado a 4,97 reais, até o meio do dia. No retorno do Carnaval há sinais mistos. Do exterior vem um otimismo com o desempenho positivo das empresas de tecnologia, em especial aquelas ligadas à inteligência artificial. Os investidores também estão atentos à divulgação de novos indicadores econômicos nos Estados Unidos. Os pedidos de seguro-desemprego totalizaram 212 mil na semana encerrada em 9 de fevereiro, uma queda de 6 mil na comparação semanal. Os dados vieram abaixo dos 220 mil esperados por analistas. Essa diferença nos pedidos de auxílio indica a resiliência do mercado de trabalho americano, o que pode manter os juros mais altos nos Estados Unidos por mais tempo. |
|
|---|
| | |
A repórter Camila Barros entrevistou Marco Antonio Caruso, economista-chefe do banco digital PicPay, para o programa VEJA Mercado desta quinta-feira, 15. O especialista considera que o cenário de desinflação nos Estados Unidos é positivo, apesar do dado mais forte do que o previsto para janeiro. O CPI (Índice de Preços ao Consumidor), divulgado na última terça-feira, foi de 3,1%, acima das expectativas de 2,9%. "Entre um mês e outro, a inflação pode trazer sustos, mas a tendência maior é de uma desinflação continuada", disse Caruso. Para não perder nenhuma edição do programa, siga o canal de VEJA no YouTube e também no Spotify. |
O Produto Interno Bruto (PIB) do Japão caiu 0,4% em uma taxa anualizada no quarto trimestre de 2023, contrariando as expectativas do mercado que previam um aumento entre 1,1% e 1,4%. A contração ocorreu pelo segundo trimestre consecutivo, indicando que o país entrou em recessão e, de quebra, perdeu seu lugar de terceira economia do mundo para a Alemanha. Em 2023, o PIB japonês somou 4,21 trilhões de dólares, abaixo dos 4,46 trilhões de dólares da Alemanha. Um dos motivos apontados por especialistas é a queda no consumo, que representa mais da metade da atividade econômica japonesa e registrou retração de 0,2%. Leia mais na reportagem de Luana Zanobia. |
|
|---|
| | |
Este e-mail foi enviado para você pela VEJA. Para garantir o recebimento correto em sua caixa de entrada, por favor adicione o nosso e-mail, vejamercado@abrilmultimidia.com.br, ao seu catálogo de endereços.
Veja nossa Política de Privacidade. Para cancelar o recebimento dos nossos e-mails |
| | |
|
|
|---|
|
© 2023 Abril Comunicações |
|
|---|
|
|
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário