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PRIMEIRAS ESCOLHAS DE LEWANDOWSKI |
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Ricardo Lewandowski assume o Ministério da Justiça no dia 1º de fevereiro, mas já começou a montar sua equipe. Para assumir a Secretaria Nacional de Segurança Pública, ele escolheu Mario Sarrubbo, procurador-geral de Justiça de São Paulo, que já aceitou o convite. Já para ser secretário-executivo da pasta, Lewandowski deve nomear o ex-secretário-geral do TSE e do STF Manoel Carlos de Almeida Neto. Além do número dois da pasta, ele convidou Ana Maria Alvarenga Mamede Neves para a chefia de gabinete. O novo ministro também intensificou conversas para garantir que uma mulher comande a Secretaria Nacional de Justiça em sua gestão. |
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DEBATE 'SEM PRECONCEITOS' |
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O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luís Roberto Barroso, disse que o Brasil deve debater 'sem preconceitos' a questão da segurança pública, incluindo a sua política de drogas. Ele disse ainda que o país é seriamente ameaçado pela atuação do crime organizado, principalmente na Amazônia. As declarações foram dadas durante um painel sobre a América Latina no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. "Acho que mais recentemente tem se agravado o problema da segurança pública e da violência, e acho que precisamos incluir essa preocupação na agenda, em especial na agenda progressista", alertou o ministro. |
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Recentemente, Jair Bolsonaro demonstrou indignação com declarações elogiosas do presidente de seu partido (PL), Valdemar Costa Neto, a Lula. O ex-mandatário chegou a dizer a apoiadores que o fato poderia 'implodir' a legenda. Depois disso, mandou um áudio para Valdemar o questionando e o líder do PL alegou que a fala foi tirada do contexto. Perguntado pela colunista Marcela Rahal, Fabio Wajngarten, advogado e aliado de Bolsonaro, afirmou que o caso está 'totalmente superado' e que o ex-capitão teria aceitado o pedido de desculpas feito pelo correligionário. |
A avaliação do trabalho de Lula recuou quase dez pontos percentuais em Fortaleza, cidade mais populosa do Nordeste (2,43 milhões de habitantes), entre abril de 2023 e janeiro deste ano, segundo o instituto Paraná Pesquisas. O levantamento, feito entre os dias 11 e 16 de janeiro, revelou que a gestão do presidente é aprovada por 59,5% dos eleitores da capital cearense – em abril do ano passado, esse percentual era de 68,9%. Já a taxa de desaprovação no mesmo período subiu de 27,0% para 37,4%. Em 2022, o petista venceu Jair Bolsonaro por 58% a 42% em Fortaleza. |
O governo Lula suspendeu uma isenção tributária especial, editada em agosto de 2022 pela gestão de Jair Bolsonaro, que incidia sobre salários de líderes religiosos, como pastores. A decisão, assinada pelo secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, irritou membros da bancada evangélica no Congresso. Damares Alves, senadora e ex-ministra de Bolsonaro, disse que o fim do benefício é uma 'perseguição' do governo ao segmento. Vale ressaltar, porém, que a medida determinada em 2022 foi considerada atípica pela Receita e também pelo TCU, que abriu investigação sobre o caso. |
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