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O ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega foi morto em fevereiro de 2020, após longa procura, durante uma ação policial em Salvador. Quatro anos depois, o Ministério Público concluiu a investigação sobre o caso e VEJA teve acesso às quatro mil páginas da apuração. O trabalho, porém, não foi capaz de elucidar o mistério – pelo contrário, abriu novas dúvidas em torno do personagem que transitou entre o crime organizado e a política. Capa de VEJA da semana mostra como ainda há muitos detalhes intrigantes sobre o ex-militar e perguntas sobre sua morte que ficaram sem respostas. |
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Criminoso mais procurado do Rio de Janeiro, Zinho, 44 anos, chefe da milícia número 1 da cidade, foi preso no fim de 2023 pela Polícia Federal. Conforme mostra matéria de VEJA, a expectativa agora é pela sua provável delação premiada, uma vez que ele é considerado um arquivo vivo com potencial de colocar atrás das grades políticos, empresários, negociantes de armas e policiais. Espera-se ainda que seu depoimento leve ao mandante da morte da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes. Embora dependa do aval da Justiça, um acordo de colaboração é dado como certo. |
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Lula confirmou que o ex-ministro do STF Ricardo Lewandowski será o novo ministro da Justiça. Ele assumirá o posto no lugar de Flávio Dino, que vai para a Corte, no dia 1º de fevereiro. No anúncio, o presidente afirmou que o jurista terá tempo e autonomia para montar a sua equipe. A tendência é que o novo titular do ministério troque secretários ligados a Dino e o PSB, como Ricardo Cappelli e Augusto Arruda Botelho. Dentre os principais desafios que Lewandowski terá no posto estão aqueles ligados à segurança pública, como o combate a facções, violência e crimes digitais. |
A queda de juros no Brasil e nos EUA, a inflação sob controle – o índice fechou 2023 em 4,62% e ficou dentro do teto da meta pela primeira vez desde 2020 – e o cenário internacional menos adverso são sinais favoráveis da economia brasileira, conforme mostra matéria de VEJA. Todos esses fatores justificam o otimismo observado entre economistas, analistas e investidores. Contudo, é bom ressaltar que há riscos no horizonte. O principal deles é o descontrole fiscal e o fato de as contas públicas possivelmente fecharem 2024 no vermelho, com aumento da dívida pública. Os bons ventos estão soprando, mas os desafios ainda serão grandes. |
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