Notícias e análises da economia e do mundo dos negócios, diretamente da redação de VEJA. Cadastre-se também no grupo oficial de VEJA no Telegram clicando neste link. Edição: Larissa Quintino |
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O Ibovespa registra alta de 0,3% até o meio do dia desta quarta-feira, 3 de janeiro. O principal índice da bolsa brasileira acompanha o humor do mercado externo, que opera em compasso de espera pela ata da última reunião do Fed, o banco central americano, que será publicada no fim da tarde. No encontro de dezembro, a autoridade monetária dos Estados Unidos sinalizou que o ciclo de cortes nos juros deve se iniciar em 2024 e o mercado espera que venham indicações mais claras sobre o início da nova fase. O dólar comercial era negociado a 4,90 reais, queda de 0,1%. |
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| | Ano novo, regras novas. Os trabalhadores que estão prestes a se aposentar precisam atentar à atualização das exigências para pedir o benefício ao o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A partir deste mês, aumentam o tempo de contribuição e a pontuação para obter a aposentadoria. A principal mudança trazida pela reforma da Previdência é a instituição da idade como principal critério para acesso à aposentadoria, que é de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens. Anteriormente, havia também um modelo de benefício por tempo de contribuição, ou seja, sem a exigência de idade mínima. Para essas pessoas, a regra de transição, chamada de idade mínima progressiva, mudou. A exigência passa a ser de 58 e seis meses para as mulheres, e 63 anos e seis meses para os homens, também meio ano a mais do que o vigente em 2023. Confira todas as atualizações nas regras na reportagem de Larissa Quintino. |
| | | Em seu último relatório semanal sobre a balança comercial brasileira, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços apontou um superávit de quase 96 bilhões de dólares em 2023, o que representaria um crescimento de quase 60% frente ao ano anterior. Segundo analistas, o saldo corrobora um processo de fortalecimento da economia do país no mundo. "Trata-se de um ótimo resultado, mas que não surgiu por razões puramente positivas. Surgiu por uma queda nas importações, não por um aumento expressivo das exportações", diz José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil. Nas projeções da associação, o número final da balança em 2023 será um superávit entre 96 bilhões e 97 bilhões de dólares. "São poucos os países que têm um resultado tão positivo", diz Castro. Leia mais no Radar Econômico. |
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