segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Resumo VEJA: Coronavírus

As principais informações sobre o impacto da pandemia no Brasil e no mundo
 
Abril Comunicações
 
 
Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 228.595.281 contaminados e 4.693.036 mortos no mundo. No Brasil são 21.239.783 contaminados e 590.752 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.

O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 5,95 bilhões. No Brasil são 222.057.814 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional).
 
A VACINAÇÃO EM SP E MS
 
Os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul superaram a marca de 50% da população com esquema vacinal completo com duas doses - ou a injeção única da Janssen -, segundo levantamento de VEJA. O primeiro já inoculou 50,21% dos habitantes e o segundo, 52,85%. Ambos estão acima da média nacional, que é de 37,95%. No outro lado da lista está Roraima, que tem apenas 19,2% da população totalmente protegida. Se considerados aqueles que receberam ao menos uma dose, São Paulo tem 81,41% e Mato Grosso do Sul, 76,2%. Ambos também estão acima da média nacional, de 69,55%. Na última semana, a campanha de imunização contra a doença no Brasil completou oito meses.
 
AS VACINAS MAIS APROVADAS
 
Até o momento, o Brasil concedeu autorização de uso em território nacional, em caráter emergencial ou não, de sete vacinas entre as 22 aprovadas hoje no mundo - e atualmente utiliza quatro. Mas quais são os imunizantes mais aprovados no mundo por número de países? A liderança é do fármaco AstraZeneca-Oxford, que recebeu o aval em 121 nações. Depois aparecem Pfizer (99), Moderna (72), Sputnik V (71) e Janssen (65). Já a CoronaVac foi aprovada em 40 países, enquanto a Covaxin, que está no centro da investigação da CPI da Pandemia, foi liberada em nove nações.
 
NOVO MEDICAMENTO AUTORIZADO
 
A Anvisa autorizou a indicação do medicamento baricitinibe para o tratamento de pacientes internados com Covid-19. O uso do remédio agora é liberado para adultos hospitalizados e que necessitam de oxigênio por máscara ou cateter nasal. Também é indicado para aqueles que precisam de alto fluxo de oxigênio ou ventilação não invasiva. A agência informou que trata-se "de uma nova indicação terapêutica, já que o baricitinibe possui registro no Brasil para o tratamento de artrite reumatoide ativa moderada a grave e dermatite atópica moderada a grave".
 
TERAPIAS CONTRA COVID
 
Cientistas de duas entidades dos EUA estão otimistas com o desenvolvimento de novos tratamentos contra a Covid-19 através do estudo das respostas imunológicas dos morcegos ao vírus. Uma pesquisa publicada na revista científica Science Immunology mostra que os mamíferos voadores podem trazer muitas respostas importantes para a ciência sobre como, quando e qual a melhor forma de utilizar as terapias existentes contra a doença. Os autores sugerem que alguns mecanismos de resistência dos bichos poderiam ser incorporados em terapias como o ajuste fino da resposta imunológica humana ao vírus.
 
 
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