Olá, investidor. Como vai? Ontem (14) a aversão a risco dominou o cenário internacional e afetou negativamente o Ibovespa, que fechou em ligeira queda de 0,19%, cotado a 116.180 pontos. As bolsas americanas caíram em função de rumores sobre uma possível elevação de impostos para grandes empresas e tributação progressiva para pessoas com renda mais elevada. E hoje, o que esperar? Continuamos atentos à tramitação de pautas importantes no Congresso: PEC dos precatórios e reforma administrativa na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara; privatização dos Correios e PEC da reforma tributária - com escopo diferente da reforma do imposto de renda - no Senado. Parece existir um alívio na relação entre as duas casas, o que pode destravar projetos. Com o cenário mais calmo, podemos ter algum alívio sobre os ativos. De indicadores, teremos hoje a divulgação do IBC-Br, uma prévia para o PIB do mês de agosto. No cenário internacional, os números de Inflação nos EUA divulgados ontem vieram abaixo do esperado. Com isso, o Fed ganha tempo para pensar em seu plano de redução de estímulos. Na China dados de vendas no varejo e produção industrial vieram abaixo do esperado esta madrugada, o que pressionou a cotação das bolsas da região para baixo e aumentou os receios quanto à velocidade do crescimento global. Outro ponto de preocupação é a situação de solvência das principais Incorporadoras chinesas, sendo o caso da Evergrande o mais preocupante. Na Europa, dados mistos das economias apresentados esta manhã fazem as bolsas operar próximas da estabilidade. No 'Investigando o Mercado' (exclusivo para assinantes do UOL Economia+): novidades da Weg e Sinqia. Felipe Bevilacqua. Analista de Investimentos de Levante CNPI - Analista certificado pela Apimec Gestor CGA - Gestor de Fundos certificado pela Anbima Administrador de Recursos e Gestor autorizado pela CVM Queremos ouvir vocêTem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para uoleconomiafinancas@uol.com.br. Ainda não é assinante do UOL Economia+? Conheça as vantagens de ter o conteúdo exclusivo sobre investimentos.

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