A operação realizada no Jacarezinho, no Rio, destinada a executar 21 mandados de prisão, mas que terminou com três detidos e 25 mortos resultaria na queda da cúpula da polícia em qualquer lugar do planeta, segundo o colunista Josias de Souza. No entanto, no Rio de Janeiro, a chacina é tratada pelo governador Cláudio Castro em nota oficial como uma ação normal. Segundo Josias de Souza, a manifestação do governador, que afirmou que a ação foi "pautada e orientada por um longo e detalhado trabalho de inteligência e investigação, que demorou dez meses para ser concluído", é burra, ofensiva e trágica. "O texto do governador fluminense injeta escárnio na tragédia da favela do Jacarezinho", disse o colunista. Para o colunista, anota oficial do governador evolui da desinteligência para a ofensa no trecho em que está escrito que é "lastimável que um território tão vasto seja dominado por uma facção criminosa que usa armas de guerra". Nesse ponto, Cláudio Castro insulta a inteligência alheia porque passa a impressão de que endossa a tese segundo a qual todo cidadão morto em ação policial é suspeito de alguma coisa" Josias de Souza Na newsletter Olhar Apurado de hoje, trazemos uma curadoria com os pontos de vista dos colunistas do UOL, que acompanham de todos os ângulos a repercussão do noticiário. |
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