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| | Reportagem de capa de VEJA mostra que Lula tem falhado no combate ao crime organizado, ao mesmo tempo em que a onda de violência avança pelo país. Ao indicar Flávio Dino para o STF, o presidente deixou dúvidas sobre o futuro do Ministério da Justiça e da luta contra a criminalidade no Brasil. Além disso, o governo demonstra pouca capacidade para barrar a circulação desenfreada de armas e drogas. Para mudar isso, é preciso que ele e outras autoridades parem de tratar de forma errática um tema tão sensível e complexo. Afinal, os brasileiros merecem ter paz – e segurança. | | | | | | |
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| | Ao lado de outros presidentes, Lula afirmou que acompanha 'com preocupação' a situação na Guiana, após a Venezuela declarar que vai anexar a região de Essequibo, e destacou que o Mercosul 'não pode ficar alheio' ao tema. O petista disse que a disputa não deve 'contaminar a integração nacional ou ameaçar a paz e estabilidade' e que 'se há uma coisa que não queremos na América do Sul é guerra e conflito'. Em nota conjunta, o bloco sul-americano manifestou 'profunda preocupação' com a 'elevação das tensões' entre as nações. Nesta sexta, o Conselho de Segurança da ONU deve discutir o assunto em um encontro 'urgente'. | | | | | | |
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| | A União Europeia e o Mercosul divulgaram um comunicado em que se dizem 'engajados em discussões construtivas' para finalizar as questões pendentes do acordo comercial entre os blocos. O anúncio ocorreu em meio à cúpula de chefes de Estado do grupo sul-americano, no Rio de Janeiro, que terminou sem a assinatura de um acerto. A nota diz que 'registraram-se avanços consideráveis' no tratado nos últimos meses e que 'as negociações prosseguem com a ambição de concluir o processo e alcançar um acordo que seja mutuamente benéfico para ambas as regiões'. | | | | | | |
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| | Quando o problema em bairros de Maceió causado pelo possível colapso de uma mina da Braskem se agravou, no fim de novembro, veio a correria do poder público – avisado há anos sobre o risco –, o que expôs a outra face da tragédia: a divisão da elite política do estado, que resultou em falta de coordenação, trocas públicas de acusações e tentativas de exploração eleitoral do drama. A bateção de cabeça entre as autoridades aumentou à medida que o solo afundava. Enquanto isso, os moradores das áreas atingidas pelo problema têm se virado sem a ajuda dos políticos responsáveis. | | | | | | |
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| | O novo especial de VEJA trata das oportunidades que o Brasil tem para ocupar o papel central na economia verde global. Reportagens mostram que o país pode virar a 'Arábia Saudita da energia renovável', conforme bradou Lula em viagem recente a países do Oriente Médio, mas, para isso, é preciso mais do que boa vontade. Segundo Nivaldo Castro, professor do Instituto de Economia da UFRJ, para se tornar uma potência no tema, a nação precisa 'estruturar todo o potencial que tem em uma política de Estado, não só de governo'. Leia aqui todas as reportagens do especial. | | | | | | |
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