Notícias e análises da economia e do mundo dos negócios, diretamente da redação de VEJA. Cadastre-se também no grupo oficial de VEJA no Telegram clicando neste link. Edição: Larissa Quintino |
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O Ibovespa opera em queda de 0,3% no meio do dia, repercutindo o desaquecimento no mercado de trabalho americano. O relatório JOLTS, que mostra números de geração de emprego nos Estados Unidos, revelou que, em outubro, havia 8,7 milhões de vagas em aberto no país, abaixo das projeções de mercado, de 9,4 milhões, e do número de setembro, quando havia 9,3 milhões de vagas. O dado aumenta a expectativa de que o banco central americano, o Fed, possa iniciar o ciclo de corte de juros no primeiro semestre de 2024. Por isso, o dólar é negociado com queda de 0,6%, cotado a R$ 4,89. O movimento de alta do Ibovespa também é influenciado pela valorização da Vale e pela expectativa de evolução da proposta de privatização da Sabesp, cuja decisão será votada hoje na Assembleia Legislativa de São Paulo. |
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| | O percentual de pessoas em extrema pobreza, ou seja, que viviam com menos de 200 reais por mês, no Brasil, caiu para 5,9% em 2022, após ter alcançado 9% em 2021. Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais, divulgada nesta quarta-feira, 6, pelo IBGE. Segundo o instituto, a proporção de pessoas em situação de pobreza, que viviam com até 637 reais por mês, caiu de 36,7% em 2021 para 31,6% em 2022. Em número de pessoas, em 2022, havia 12,7 milhões na extrema pobreza e 67,8 milhões na pobreza, com queda de 6,5 milhões e 10,2 milhões de pessoas, respectivamente, nessas situações de um ano para o outro. Entre os motivos apontados pelo IBGE para a melhora do cenário estão os programas de transferência de renda e a recuperação do mercado de trabalho. |
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| | As contas públicas do Brasil registraram superávit primário de 14,8 bilhões de reais em outubro, ante saldo positivo de 27,1 bilhões de reais em outubro de 2022. No acumulado do ano, entretanto, o déficit é de 114,2 bilhões de reais, equivalente a 1,08% do PIB. Até setembro, a dívida estava em 0,97% do PIB. O aumento do rombo nas contas públicas mostra a dificuldade do governo Lula na questão fiscal. No começo do ano, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tinha como objetivo entregar o déficit em 100 bilhões de reais em 2023 – algo em torno de 1% do PIB. Já para 2024, a meta do governo – estipulada no novo arcabouço fiscal -- é zerar o déficit nas contas, o que já foi colocado em dúvida pelo próprio presidente Lula. |
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