Notícias e análises da economia e do mundo dos negócios, diretamente da redação de VEJA. Cadastre-se também no grupo oficial de VEJA no Telegram clicando neste link. Edição: Larissa Quintino |
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O Ibovespa opera em queda de 0,4% e o dólar é negociado com alta de 0,4%, cotado a R$ 4,96 até o meio do dia, repercutindo os dados de inflação dos Estados Unidos. Por lá o índice avançou 0,1% em novembro, próximo da estabilidade, mas acima da estimativa do mercado, que esperava variação nula. O dado diminui as expectativas sobre um afrouxamento de juros e aumenta as apostas na manutenção das taxas por parte do banco central americano, o Fed. Por aqui, a inflação também veio levemente acima do esperado. O registro de 0,28% em novembro representa uma ligeira aceleração, de 0,04 ponto percentual em relação a outubro. Os investidores seguem no aguardo da decisão do Copom, que inicia hoje a reunião para decidir sobre os juros, com o mercado precificando um corte de 0,5 ponto percentual. Outro ponto de atenção é sobre o andamento das pautas fiscais no Congresso. |
| | | A alta no preço dos alimentos foi a principal influência para a aceleração da inflação em novembro, que foi de 0,28%, ante 0,24% em outubro. No ano, a inflação oficial acumula alta de 4,04% e, nos últimos 12 meses, de 4,68%. Os dois indicadores, tanto do ano quanto de 12 meses, estão abaixo do teto da meta definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,75% para 2023. "A leitura qualitativa foi favorável. A baixa média dos núcleos, em conjunto com os serviços subjacentes em patamar historicamente baixo, reforça um cenário desinflacionário mais consistente no curto prazo", afirma o economista Igor Cadilhac, do PicPay. |
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O repórter Diego Gimenes entrevistou Phil Soares, chefe de análise de ações da corretora Órama Investimentos, para o programa VEJA Mercado desta terça-feira, 12 de dezembro. O especialista afirma que o afundamento de uma mina da Braskem em Maceió (AL) e a "tendência estatizante do atual governo" afastam uma solução privada para a petroquímica. Soares se refere à fatia de 38% da Novonor (antiga Odebrecht) na companhia, que segue sem futuro definido. A Petrobras, que detém 36% da Braskem, incluiu em seu plano de investimentos a possibilidade de realizar fusões e aquisições no setor petroquímico nos próximos cinco anos. Para não perder nenhuma edição do programa, siga o canal de VEJA no YouTube e também no Spotify. |
| | | | | Ederson Muffato, diretor do Grupo Muffato, do setor de supermercados, é o entrevistado do programa VEJA S/A desta semana. Na entrevista ao repórter Diego Gimenes, o empresário fala sobre a expansão do grupo paranaense no estado de São Paulo depois da compra de 16 imóveis que pertenciam ao grupo holandês Makro, que deixou o Brasil no último mês de julho. As apostas do Grupo Muffato para aumentar a rentabilidade passam pelo modelo que mescla o atacado com o varejo, chamado de "atacarejo", e pelo forte apelo a serviços e preços nos novos estabelecimentos. Muffato também fala sobre a saída de concorrentes estrangeiros do país e os efeitos da deflação de alimentos para a companhia. VEJA S/A vai ao ar todas as terças-feiras, na hora do almoço pelo YouTube. |
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