Bom dia, meus caros! Como vocês estão? Nesta quarta-feira, nós, da equipe do TAB, trazemos muitos bons assuntos. Você lembra daquela moça que vendia produtos de catálogo na banca de jornal, na igreja ou na porta da escola? São elas o assunto do especial desta semana. Com a pandemia ainda em curso, também falamos por aqui sobre como foi a Páscoa 2021 para alguns fiéis mineiros que esperavam por uma missa, e a maternidade de Curitiba que hoje atende apenas pacientes com covid-19. Se liga aqui. Beleza precáriaAo lado da Bíblia e de uma pilha de folhetos religiosos na igreja de seu bairro, Marina* deixa catálogos de venda de produtos de beleza. Assim como ela, 4 milhões de brasileiros trabalham como revendedores. A maioria é de mulheres que buscam uma renda extra. Apesar do impacto da pandemia em variados setores, a venda de cosméticos cresce junto com o número de revendedoras sem vínculo trabalhista. O "precariado da beleza" é o tema do especial desta semana. Leia aqui. Ocupação rosa-choqueHá muito de belo e de feio na vida do casal Danilo Nolasco Coelho e Mariana Fortunato da Costa. Ocupantes da varanda de uma casa abandonada na Rua Abílio Soares, no bairro do Paraíso, na zona sul de São Paulo, eles se mudaram para uma barraca ali por perto com a ajuda dos próprios porteiros, balconistas e moradores dos prédios da região. A história de amor e companheirismo dos dois cativou os sisudos moradores do bairro, que os acolheu de forma surpreendente. Leia a reportagem da jornalista Isabela Mena. Piratas modernosQuando o barco Evergreen empacou no Canal de Suez, muitas embarcações precisaram recalcular a rota. Ao dobrar o Cabo da Boa Esperança (literalmente), uma preocupação surgiu entre os empresários marítimos: a pirataria. Sem bandanas ou bandeiras negras, os piratas não sumiram completamente dos mares e oceanos, apenas se modernizaram. No "Tá Explicado" desta semana, Luiza Pollo conta a história da pirataria no século 21. Entenda aqui. NecrochorumeCom o aumento do número de casos e, consequentemente, mortes por covid-19, cresceu também o número de enterros. Além dos hospitais, os cemitérios viraram um foco de atenção durante a pandemia. No Brasil, por causa de problemas de saneamento básico, o alto número de enterros pode gerar complicação ambiental. A pandemia pode levar a sérias consequências, impactando o meio ambiente e a saúde de quem vive próximo a cemitérios. A repórter Marie Declercq explica o assunto nesta reportagem. Mundo ovoQuem faz mercado e come carne já sentiu no bolso o aumento dos preços. Para substituir a proteína animal que acompanha o arroz e feijão de todo dia, muita gente trocou o bife pelo ovo. O repórter Rodrigo Bertolotto acompanhou o baiano Paulo Enéas pelas ruas de São Paulo em seu "carro dos ovos". Confira aqui. Final felizPor WhatsApp, o massagista Mauro Guimarães, 47, faz o agendamento de seus clientes. Ele oferece o serviço de massagens relaxantes, técnicas tântricas e o "final feliz", que é exatamente aquilo que todo mundo pressupõe. O repórter Tiago Dias conversou com o massagista sobre a fronteira entre a massagem e o sexo em sua profissão. Leia aqui. Morte na maternidadeAssim como em muitos lugares no Brasil, em Curitiba, capital do Paraná, também faltam leitos para atender pessoas com covid-19. Por isso, os profissionais que antes eram responsáveis por trazer pessoas ao mundo, hoje lutam para que muitas não o deixem. Há um ano, ninguém nasce na maternidade Victor Ferreira do Amaral, a mais antiga do estado sulista. O repórter Vinicius Konchinski conta esta história por aqui. Sem missaUm ano depois do início da pandemia, assim como a Páscoa de 2020, a deste ano foi marcada pela ausência de aglomeração. Com a piora dos índices, as igrejas não podem celebrar missas. Mesmo assim, cerca de 70 fiéis aguardaram celebrações na paróquia São Sebastião, no Barro Preto, em Belo Horizonte. Veja aqui. 
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