Acredite ou não, a jornada do lançamento não está dividida entre quem sabe fazer 6 em 7 e quem não sabe fazer 6 em 7, isto é, gerar um faturamento de R$ 100 mil em 7 dias consecutivos.
O fato é que tem gente com um nível mais avançado e gente com um nível menos avançado na arte de lançar. E nada de certo ou errado com isso.
Só que a maioria das pessoas que eu conheço não entende esses níveis, elas acham que o lançamento é uma parada binária, em que só existem duas opções: ou você fez 6 em 7, ou você não fez 6 em 7.
Inclusive, isso aconteceu com o meu aluno Geronimo Theml, ele é um coach que ensina outros coaches a terem sucesso.
É o seguinte.
A primeira vez que eu encontrei o Gerônimo, ele virou pra mim e disse: "Erico, o que deu errado no meu lançamento?"
Aí eu perguntei o que tinha acontecido e ele me explicou que tinha faturado R$ 97 mil logo no primeiro lançamento.
Eu demorei pra sacar o que ele queria dizer com aquilo. Porque pra mim está claro que fazer um 6 em 7 logo de cara não é típico.
Definitivamente, esse resultado é um ponto fora da curva, a maioria das pessoas leva em média 7 lançamentos para alcançar o 6 em 7.
Mesmo assim, o Gerônimo estava desanimado, porque ele não sabia se aquele resultado era muito ou pouco. Não estava claro pra ele.
E as chances são que, mesmo estando no caminho certo, você pode acabar desistindo, se não souber exatamente em que fase da jornada do lançamento você está.
Por isso, eu criei as faixas, um instrumento para distinguir os níveis de habilidade na hora de lançar.
São cinco tipos de faixas, divididas por cores, que vão da faixa-branca, que é o nível menos avançado, até a faixa-preta, que é o nível mais avançado.
Entre essas duas faixas existem ainda a faixa-azul, a faixa-verde e a faixa-marrom (inclusive você vira um faixa-marrom quando faz o 6 em 7).
Então, se quiser saber exatamente em qual faixa você está e quiçá acelerar a sua trajetória até a próxima faixa eu recomendo fortemente que você leia cada linha do artigo que acabou de sair lá no meu blog.
Se preferir, você também pode acessá-lo através do Medium.
Abraço,
Erico
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