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Alta da Selic e corte de juros do Fed puxam mercados no 'day after' Trump |
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Bom dia! Depois de subidas extraordinárias nas bolsas, como registradas ontem em Wall Street, a tendência é de algum ajuste nos mercados nesta quinta. Os investidores, porém, decidiram ignorar esse princípio e se preparam para um novo dia de alta nas bolsas americanas. O provável aumento vai além do resultado da eleição. O Fed divulga hoje sua nova taxa de juros com o esperado corte de 0,25 ponto percentual, o que levaria a "Selic" americana para a faixa entre 4,50% e 4,75% ao ano, no segundo corte desde o período pandêmico. A decisão é dada como certa por 98,9% dos investidores, de acordo com a ferramenta FedWatch. O suspense fica para a entrevista que Jerome Powell concede após o anúncio. É que, com a eleição de Trump, cresceram as apostas de aumento de gastos nos EUA, o que levaria a juros mais elevados. Acontece que Powell já comandava o BC americano quando Trump foi presidente. E o magnata atacou sucessivas vezes o Chairman do Fed por suas subidas em taxas de juros. Na Europa, as bolsas também avançam, com destaque para a Alemanha, onde o índice Dax sobe mais de 1%. Quando já era noite em Berlim, o chanceler Olaf Scholz demitiu o ministro das Finanças, Christian Lindner, pondo fim à coalizão que governa o país desde 2021. A gota d'água foi a disputa em torno do Orçamento de 2025. SPD e Verdes, os outros dois partidos do governo, querem elevar gastos para apoiar a economia alemã, enquanto o FDP de Lindner recusava qualquer medida expansionista. Apesar de coligados, os partidos vinham divergindo em público sobre como governar a Alemanha. Para além das incertezas políticas causadas pela demissão do ministro, que podem resultar em eleições antecipadas, há o sentimento de que pelo menos esta crise terminou. Já o Brasil espera a divulgação dos cortes de gastos do governo enquanto repercute a decisão do Copom de elevar a Selic em 0,50 ponto. No comunicado, o Copom justificou a subida sólida da taxa de juros por desancoragem das expectativas. Em português, isso significa que mais gente acredita que a inflação vai subir. Mesmo que as evidências apontem o contrário, a mera possibilidade tende a levar ao aumento. Nesta manhã, Lula e Haddad se reúnem para provavelmente fechar o anúncio, aguardado há semanas pelo mercado. Enquanto a divulgação não vem, o EWZ opera estável no pré-mercado em Nova York. E, para fechar a agenda abarrotada, há ainda uma bateria de balanços importantes de companhias brasileiras, como a Petrobras. Bons negócios. |
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Futuros S&P 500: 0,20% Futuros Nasdaq: 0,26% Futuros Dow Jones: 0,18% *às 7h30 |
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Balanços Antes da abertura: Bombardier Após o fechamento: Petrobras, Alpargatas, Assaí, Caixa Seguridade, Cogna, CPFL Energia, Energisa, Fleury, Lojas Renner, LWSA, Magazine Luiza, Petroreconcavo, Rumo, Yduqs 4h: Alemanha divulga produção industrial de setembro 7h: Zona do euro publica vendas no varejo de setembro 9h: BC divulga captação da poupança em outubro 9h: Reino Unido publica decisão sobre juros 9h30: Fernando Haddad reúne-se com Lula para definir corte de gastos 10h30: EUA divulgam pedidos semanais de auxílio-desemprego 14h: Tesouro anuncia resultado primário do governo central em setembro 16h: Fed divulga decisão de política monetária; Powell fala às 16h30 |
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- Índice europeu (Euro Stoxx 50): 0,71%
- Londres (FTSE 100): 0,04%
- Frankfurt (Dax): 1,24%
- Paris (CAC): 0,56%
*às 7h31 |
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- Índice chinês CSI 300 (Xangai e Shenzhen): 3,02%
- Hong Kong (Hang Seng): 2,02%
- Bolsa de Tóquio (Nikkei): -0,25%
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- Brent*: 0,47%, a US$ 74,57
- Minério de ferro: 2,11%, a US$ 111,67 na bolsa de Dalian, na China
*às 7h33 |
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Nova trend Miu Miu e Puma desbancaram as marcas preferidas dos fashionistas da última temporada no ranking da The Lyst. Veja as mudanças aqui. |
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