As principais informa����es sobre o impacto da pandemia no Brasil e no mundo
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Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 75.051.016 contaminados e 1.664.344 mortos no mundo. No Brasil são 7.110.434 contaminados e 184.827 mortos. Os números são da Universidade Johns Hopkins.
VACINAÇÃO OBRIGATÓRIA
O STF votou para que sejam implantadas medidas restritivas para pessoas que não se vacinarem contra a Covid-19. Os ministros foram favoráveis à imunização obrigatória, mas alertaram para os perigos da falsa contradição entre liberdade e soberania absoluta quando se trata de saúde pública. Para Cármen Lúcia, por exemplo, "um ser humano não pode comprometer a liberdade, a saúde e a vida das outras pessoas". Além disso, o ministro Ricardo Lewandowski permitiu que os estados e o Distrito Federal comprem vacinas diretamente com as farmacêuticas em caso de descumprimento do plano nacional. A determinação é liminar e foi concedida na esteira da decisão que havia permitido o mesmo ao governo do Maranhão.
PFIZER NO BRASIL
A Pfizer afirmou que o pedido para uso emergencial de sua vacina contra o coronavírus no Brasil ainda depende de definições do governo. A farmacêutica disse que para tal liberação a Anvisa pede detalhes como quantitativo de doses e o cronograma. Em comunicado, a empresa ressaltou que esses pontos só poderão ser definidos no contrato de compra, ainda não assinado pelo Ministério da Saúde. Mas um ponto tem emperrado as negociações: o laboratório americano quer 100% de isenção em eventuais ações judiciais por efeitos adversos, e, caso isso ocorra, não quer ser julgado em tribunais brasileiros. O governo federal é veemente contra esse pedido.
DOSES DE CORONAVAC
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, prometeu, em reunião fechada com governadores, nove milhões de doses da CoronaVac para o dia 20 de janeiro, com possibilidade de acréscimo de mais 20 milhões de unidades. Para o dia seguinte, 21 de janeiro, também está prevista a chegada de 15 milhões de doses da vacina de Oxford. Mas, conforme mostra VEJA na edição desta semana, o Brasil tem criado uma confusão inaceitável em torno da vacinação. Por disputas políticas e falta de planejamento, o país virou sinônimo de bagunça no combate à doença, enquanto no resto do mundo o antídoto gerou uma onda de esperança e união.
DATA MARCADA
A imunização contra a Covid-19 na União Europeia começará nos dias 27, 28 e 29 de dezembro, anunciou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. A Agência Europeia de Medicamentos se reunirá em 21 de dezembro para analisar a o fármaco da Pfizer. A Comissão afirmou que, na sequência, dará sua autorização até dois dias depois do sinal verde da agência reguladora. Os 27 países que compõem o bloco iniciarão as campanhas de vacinação de forma conjunta. Nos Estados Unidos, que já começaram a aplicação do antídoto, o Comitê Consultivo da FDA, que regula medicamentos no país, recomendou também a aprovação do uso emergencial do medicamento desenvolvido pela Moderna.
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