Bom dia! Com o fim dos feriados regionais na bolsa brasileira, a turma da Faria Lima deverá vestir seus coletinhos e ir para o escritório nesta quarta-feira, sem direito à pausa que o resto de São Paulo fará para relembrar a Revolução Constitucionalista de 1932. A tendência, de qualquer forma, é de menor volume de negócios. Ao menos os ventos que sopram do exterior indicam um dia positivo nos mercados. O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, opera em alta de quase 1% no pré-mercado. As bolsas europeias também avançam de forma sólida, e os futuros americanos sobem, ainda que de forma mais modesta – na casa dos 0,15%. Em Wall Street, a única agenda relevante é a divulgação da última ata do Fed. Mais uma vez, investidores devem garimpar pistas para o futuro da política monetária dos EUA em meio a guerra comercial e as incertezas, previsão de expansão do aumento do déficit americano após o corte de impostos e os ataques diretos do governo de Donald Trump ao presidente do BC americano, Jerome Powell. Ainda que o mercado esteja tentando se manter otimista, o fato é que o nível de incerteza não cede. O novo alvo das tarifas do republicano agora é o cobre, que poderia ser sobretaxado em 50%. O problema é que, diferentemente do aço e do alumínio, os EUA não têm condições de extrair e produzir internamente o que vem de fora. Não à toa, a commodity é negociada no país com um prêmio em relação à cotação em outras praças: é o preço da tarifa sendo incorporado ao mercado. Bons negócios. |
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