Bom dia!
Os futuros americanos começam a segunda-feira em alta, embalados pelo otimismo com a temporada de balanços e ignorando os desdobramentos da guerra comercial. A agenda do dia é fraca.
Investidores miram a quarta-feira, quando saem os resultados de Alphabet, a dona do Google, e Tesla. As duas gigantes abrem a temporada de divulgação das 7 Magníficas, o grupo de empresas que tem ainda Apple, Nvidia, Microsoft, Amazon e Meta e ganhou um apelido próprio pelo desempenho fora da curva de suas ações no pós-pandemia.
Por outro lado, um dos maiores desafios será o balanço entre expectativa e realidade. Com as ações em suas máximas históricas, qualquer decepção em relação a expectativas pode funcionar como gatilho para quedas.
No caso da Tesla, balanços mensais vêm mostrando queda na venda de veículos, especialmente na Europa, em uma combinação de crise de reputação causada por Elon Musk com a chegada de veículos mais baratos e modernos ao mercado, especialmente vindos da China.
Na Europa, as ações começam a semana no negativo. Na quinta-feira, o Banco Central Europeu decide a nova taxa de juros do bloco, com apostas na manutenção nos atuais patamares. O motivo é o desdobramento da guerra comercial. O bloco econômico segue tentando fechar algum acordo com os Estados Unidos, enquanto se prepara para retaliar, caso não seja firmado nenhum tratado até 1º de agosto.
O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, avança nesta manhã, em uma tentativa de recuperação após o tombo da semana passada, cortesia dos ataques de Trump ao país. No entanto, com a crise recente, o fundo tem falhado em funcionar como uma indicação da tendência do dia para o Ibovespa. Com agenda fraca e Brasília em recesso parlamentar, o destaque do dia é a entrevista de Fernando Haddad à rádio CBN. Bons negócios.
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