terça-feira, 19 de abril de 2022

Resumo VEJA: Coronavírus

As principais informações sobre o impacto da pandemia no Brasil e no mundo
 
Abril Comunicações
 
 
Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 505.089.025 contaminados e 6.200.298 mortos no mundo. No Brasil são 30.261.088 contaminados e 662.271 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.

O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 11,5 bilhões. No Brasil são 424.058.492 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional).
 
FIM DA EMERGÊNCIA NO BRASIL
 
Com o fim da emergência sanitária anunciado pelo ministro Marcelo Queiroga, um dos órgãos mais afetados deve ser a Anvisa, que poderia conceder autorização de uso emergencial para vacinas e medicamentos. A agência, inclusive, já iniciou um processo de revisão de resoluções que tratam do tema. Queiroga garantiu que nenhuma política de saúde pública será interrompida, mas tanto o presidente quanto o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia criticaram a decisão em entrevistas a VEJA.
 
TRATATIVAS DO BUTANTAN
 
O Instituto Butantan disse que não recebeu nenhuma notificação sobre a revogação do estado de emergência sanitária da Covid-19, anunciada pelo ministro Marcelo Queiroga. O órgão também afirmou que nada foi falado sobre a alteração de permanência do uso emergencial da vacina CoronaVac. O instituto ressaltou que "segue em tratativas e em constantes trocas com a equipe técnica da Anvisa para que o uso da CoronaVac seja estendido a todos os públicos, incluindo crianças de três a cinco anos".
 
MUDANÇAS NOS EUA
 
Uma juíza da Flórida declarou ilegal a obrigatoriedade federal do uso de máscaras no transporte público dos Estados Unidos. A magistrada determinou que o Centro de Controle de Doenças não tem autoridade para impor a exigência, que se aplica a aviões, trens, metrô e ônibus, entre outros. Joe Biden tem sofrido pressão nas últimas semanas para flexibilizar ou anular a medida. Além disso, os EUA retiraram noventa países, entre eles o Brasil, da lista de nações não recomendadas para viajar por causa da doença.
 
PRIMEIRAS MORTES EM XANGAI
 
A cidade de Xangai registrou as primeiras três mortes por Covid-19 desde o início do novo lockdown na China. Segundo autoridades sanitárias, as vítimas tinham idade acima dos 85 anos e não haviam completado o esquema vacinal. Os óbitos reforçam a preocupação do governo chinês com a baixa taxa de vacinação entre idosos. O país passa pelo pior surto desde o início da pandemia por causa da ômicron. Em Xangai, conforme mostra a colunista Vilma Gryzinski, há relatos de fome, repressão e despejos por causa da quarentena.
 
NOS CINEMAS, A VOLTA DO FANTASMA
 
Sob impacto da radicalização das restrições para controlar o aumento de casos de Covid-19, a bilheteria dos cinemas na China atingiu um dos níveis mais baixos da pandemia. Segundo dados da empresa Artisan Gateway, a bilheteria do último fim de semana foi de apenas 10,5 milhões de dólares, o número mais baixo do ano. Maior mercado cinematográfico do mundo, o país asiático é estratégico para a recuperação efetiva do setor, que agora se vê novamente ameaçado pelo fantasma do vírus.
 
 
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