O feijão é uma das leguminosas mais tradicionais da alimentação do brasileiro e está presente praticamente todos os dias nas principais refeições de muita gente. Isso é uma boa notícia, já que o alimento, além de bastante acessível, é rico em nutrientes. A leguminosa é fonte de proteínas, carboidratos, fibras e vitaminas do complexo B, vitamina A, magnésio, cálcio e uma excelente fonte de ferro. O alimento melhora o funcionamento do intestino e ainda ajuda a reduzir o risco de doenças cardiovasculares (pressão alta, infarto, AVC), diabetes e câncer de cólon. Mas qual escolher? Embora os mais consumidos e conhecidos no Brasil sejam o carioca e o preto, existem outros tipos de feijão que podem ser encontrados nos supermercados ou feiras. O feijão branco, por exemplo, fica bom em sopas e ensopados; já o vermelho é conhecido pelos grãos pequenos. O fradinho é bastante comum na culinária nordestina, enquanto o adzuki é pouco cultivado no Brasil e mais apreciado na culinária oriental. Por fim, o feijão verde vem da vagem do feijão seco e é colhido antes do desenvolvimento das sementes. Todos têm uma composição nutricional parecida e a principal diferença entre eles está no sabor e na textura. Por isso, na hora de escolher, fique com aquele que você mais gosta em cada receita. E os gases? O consumo em excesso do feijão mal cozido pode causar desconforto abdominal e flatulência, devido à fermentação das fibras pelas bactérias intestinais. A dica para evitar o acúmulo de puns na barriga é deixar o grão de molho por até 12 horas antes de cozinhar, o que ajuda a eliminar o excesso de filatos e a germinar o grão. Por fim, os feijões devem ser bem cozidos para favorecer a digestão.

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