Olá, investidor. Como vai? Em mais um dia com forte instabilidade no mercado, ontem (5) o Ibovespa fechou em leve queda de 0,14%, aos 121.632 pontos. A queda foi ocasionada pelas incertezas no âmbito fiscal com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite parcelamento de precatórios em um período de até dez anos. E hoje, o que esperar? As bolsas internacionais operam estáveis hoje pela manhã. Todos à espera dos números americanos de emprego (payroll), que serão divulgados às 9h30, horário de Brasília. Os indicadores de emprego estão no radar dos formuladores de política monetária nos EUA. Se vierem altos, podem desencadear a redução de estímulos na economia americana, o que provocaria estresse de curto prazo nos mercados, mas não mudaria a trajetória de valorização de ativos. Empregos significam economia em crescimento e, no final, o que importa são os lucros das empresas. Se os números vierem abaixo do esperado, o estresse será causado pelo temor de esgotamento da economia americana. Esse cenário é mais preocupante, mas não serão apenas os números apresentados hoje que confirmarão a direção da economia americana. Ainda faltam muitas peças para fechar esse quebra-cabeça. Sobre o avanço da variante delta nos EUA e no sudeste asiático, começo a ter receios pela situação na China. Por aqui, as discussões envolvendo Refis, Bolsa Família e Precatórios e a situação tensa entre as instituições continuarão a gerar volatilidade. Esse cenário deve se estender pelo mês de agosto. No 'Investigando o Mercado' (exclusivo para assinantes do UOL Economia+): os resultados da Hering e da JHSF. Um abraço, Felipe Bevilacqua. Analista de Investimentos de Levante CNPI - Analista certificado pela Apimec Gestor CGA - Gestor de Fundos certificado pela Anbima Administrador de Recursos e Gestor autorizado pela CVM Queremos ouvir vocêTem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para uoleconomiafinancas@uol.com.br. Ainda não é assinante do UOL Economia+? Conheça as vantagens de ter o conteúdo exclusivo sobre investimentos.

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