Olá, investidor. Como vai? Nova queda no Ibovespa ontem (18), de 1,07 %, fechando a 116.642 pontos. O índice chegou a subir durante dia, mas a aversão ao risco prevaleceu após a divulgação da ata do comitê de política monetária do Fed, banco central dos EUA, que se mostrou divido em relação ao mercado de trabalho e aos impactos da variante delta na economia americana. O mercado entendeu que o programa de recompra de ativos pode ser desacelerado ainda neste ano. Nada indica que esse quadro vá se alterar hoje. Os índices de ações internacionais estão no vermelho porque os investidores globais estão analisando em conjunto a ata do Fomc (Federal Open Market Committee), a desaceleração da economia mundial e os avanços da variante delta. A reação me parece exagerada. Já era de conhecimento público há algum tempo que alguns membros do comitê defendem a redução da política monetária. A maioria, porém, não concorda com esse ponto de vista, incluindo o atual presidente do Fed, Jerome Powell. Além disso, uma economia mundial desacelerando sob o impacto de novas fases da pandemia não me parece o cenário ideal para o Fed retirar estímulos da economia americana. No Brasil, a situação é ainda mais delicada. Nos últimos 45 dias, os problemas internos impediram o Ibovespa de acompanhar a boa performance das bolsas mundiais. Agora, com o mercado mundial arisco, a pressão sobre os ativos brasileiros cresce porque os investidores globais evitam exposição em países com maior risco. Os investidores brasileiros com posições em mercados internacionais, por sua vez, "apanham" em duas pontas e tendem a zerar posições. No 'Investigando o Mercado' (exclusivo para assinantes do UOL Economia+): a estratégia da Rede D'Or para se expandir e novos ecos do acidente de Mariana nas ações da Vale. Um abraço, Felipe Bevilacqua. Analista de Investimentos de Levante CNPI - Analista certificado pela Apimec Gestor CGA - Gestor de Fundos certificado pela Anbima Administrador de Recursos e Gestor autorizado pela CVM Queremos ouvir vocêTem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para uoleconomiafinancas@uol.com.br. Ainda não é assinante do UOL Economia+? Conheça as vantagens de ter o conteúdo exclusivo sobre investimentos.

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