Olá, investidor. Como vai? A retomada nos preços das ações dos bancos na última sexta-feira (6) levou o Ibovespa a fechar em alta de 0,97%. Esta semana teremos novamente uma agenda cheia de indicadores macroeconômicos mundo afora, com destaque para os números de inflação nos EUA em julho, que serão divulgados na quarta-feira (11). Esse dado é particularmente importante porque na sexta (06), os números de emprego do payroll vieram fortes. Se a inflação também vier alta, o Fed pode entender que chegou a hora de retirar estímulos da economia. No Brasil, a semana terá mais resultados corporativos, divulgação do IPCA, Atas do Copom e a possível votação da Reforma Tributária. Devemos continuar atentos às negociações sobre pagamento de precatórios em 2022 e sobre o valor e a fonte dos recursos para o Bolsa Família. Esses dois pontos estressam o mercado por ameaçarem o Teto de Gastos, última âncora fiscal brasileira. E hoje, o que esperar? As bolsas asiáticas, principalmente as chinesas, fecharam em valorização. Na Europa, os mercados operam perto da estabilidade, ou no vermelho. Ontem, os números de inflação divulgados na China vieram bem-comportados (1% nos últimos 12 meses), mostrando espaço para mais políticas monetárias. Esse pode ser um dos motivos para a valorização nas bolsas por lá. Apesar da agenda cheia para a semana, o dia no ocidente hoje está esvaziado. Teremos a balança comercial na Alemanha, as vendas no Varejo no Reino Unido e os números das ofertas de empregos (JOLTS) nos EUA. No Brasil, o cenário político deve continuar ditando o ritmo do mercado. No 'Investigando o Mercado' (exclusivo para assinantes do UOL Economia+): os resultados da M. Dias Branco e mais uma aquisição da JBS. Um abraço, Felipe Bevilacqua. Analista de Investimentos de Levante CNPI - Analista certificado pela Apimec Gestor CGA - Gestor de Fundos certificado pela Anbima Administrador de Recursos e Gestor autorizado pela CVM Queremos ouvir vocêTem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para uoleconomiafinancas@uol.com.br. Ainda não é assinante do UOL Economia+? Conheça as vantagens de ter o conteúdo exclusivo sobre investimentos.

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