As principais informa����es sobre o impacto da pandemia no Brasil e no mundo
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Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 96.913.096 contaminados e 2.076.091 mortos no mundo. No Brasil são 8.638.249 contaminados e 212.831 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.
O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 54,37 milhões. No Brasil são 31.544 vacinados. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional).
LARGADA LENTA
Nos primeiros quatro dias de vacinação, o Brasil ainda não atingiu uma parcela significativa da população, em comparação ao mesmo período em outros países que já iniciaram a imunização. VEJA realizou um levantamento e comparou a situação das 51 nações que já começaram a aplicação de um fármaco nos primeiros quatro dias. O Brasil ministrou doses da CoronaVac a 31.544 pessoas, o que equivale a apenas 0,01 vacinado a cada 100.000 habitantes. Isto colocou o país na 48ª colocação da lista, à frente apenas de Bélgica, México e Costa Rica. Como mostra o Paraná Pesquisas, a maioria dos brasileiros vê o presidente Jair Bolsonaro como o principal responsável pelo atraso na vacinação.
FALTA DE MATÉRIA-PRIMA
Integrantes do MPF em vários estados enviaram um ofício ao procurador-geral da República, Augusto Aras, para que o Ministério da Saúde e o Ministério das Relações Exteriores informem sobre as medidas que estão sendo tomadas para garantir o recebimento da matéria-prima necessária para produzir a vacina contra a Covid-19. Os procuradores pedem que seja analisada eventual medida para agilizar a entrega do insumo a ser importado da China para o Brasil. No mesmo dia, a embaixada chinesa revelou que seu representante no Brasil, Yang Wanming, se reuniu por videoconferência com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para tratar do tema.
TRATAMENTO PRECOCE
O Conselho Nacional de Saúde (CNS) encaminhou um ofício ao ministro Eduardo Pazuello para que ele revogue todas as normas do Ministério da Saúde que preveem o tratamento precoce da infecção pelo coronavírus com medicamentos sem eficácia comprovada. Nesta semana, o chefe da Saúde disse que a gestão recomendava somente o "atendimento precoce". No pedido, contudo, o CNS lista vários atos da pasta que, sim, prescrevem o tratamento e inclusive com a distribuição da hidroxicloroquina e outras drogas. O conselho pede a anulação de toda nota técnica, nota informativa, orientações, protocolos e ofícios sobre o assunto.
MAIS DOSES
A AstraZeneca, responsável pelo desenvolvimento da vacina de Oxford contra a Covid-19, em parceria com a Friocruz, trabalha para disponibilizar mais doses ao Brasil. A empresa quer desfazer o mal-estar causado pela demora no envio de 2 milhões de unidades que foram fabricadas na Índia. Segundo apurou o Radar Econômico, o volume chegaria a 16 milhões de doses e poderia estar disponível em meados de fevereiro. Esses imunizantes também viriam de parceiros da farmacêutica no país asiático. As negociações estão sendo feitas pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot, e estão em estágio inicial.
POLÊMICA EM MANAUS
Profissionais da saúde que estão na linha de frente do combate à pandemia em Manaus se revoltaram com a informação de que duas herdeiras de uma tradicional família do estado já foram imunizadas contra a Covid. Recém-formadas em medicina, as gêmeas Gabrielle Kirk Lins e Isabelle Kirk Lins são da família de Nilton da Costa Lins Júnior, presidente de uma grande universidade de Manaus, e se tornaram servidoras um dia antes do início da vacinação. Os profissionais dizem-se indignados porque elas tomaram a CoronaVac antes de médicos e enfermeiros de hospitais estaduais que estão em situação caótica. Em nota, a prefeitura afirmou que não houve irregularidade na aplicação das doses nas irmãs.
VOLUNTÁRIOS VACINADOS
A Pfizer anunciou que dará início à vacinação de voluntários brasileiros que fazem parte do grupo placebo da fase 3 de estudos clínicos do imunizante. Mais de 1.400 participantes de São Paulo e Salvador têm direito a receber as duas doses da vacina, que apresentou 95% de eficácia. Voluntários do mesmo grupo em outros países já começaram a receber o fármaco. Em comunicado, a farmacêutica afirmou que o procedimento está de acordo com as tratativas com a Anvisa e a Conep. No Brasil, a Pfizer segue com o processo de submissão contínua para aprovação do antígeno. Todos os participantes da fase 3 continuarão a ser acompanhados pelo estudo.
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