As principais informa����es sobre o impacto da pandemia no Brasil e no mundo
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Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 91.700.280 contaminados e 1.964.571 mortos no mundo. No Brasil são 8.195.637 contaminados e 204.690 mortos. O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 29,42 milhões. Os dados são da Universidade Johns Hopkins (casos e óbitos) e da Universidade de Oxford (vacinação).
DATA PARA A DECISÃO
A Anvisa informou que a reunião da Diretoria Colegiada que decidirá sobre os pedidos de autorização para uso emergencial das vacinas contra a Covid-19 do Butantan e da Fiocruz está prevista para o próximo domingo. A data representa o penúltimo dia do prazo estabelecido pela própria agência como meta para análise. Em nota, o órgão regulador reforçou que "faz-se necessária a entrega, em tempo hábil para análise, dos documentos faltantes e complementares" no caso da CoronaVac. A autorização da Fiocruz diz respeito ao uso inicial de 2 milhões de doses da vacina de Oxford e a do Butantan, de 10,8 milhões de unidades do antígeno produzido pela Sinovac.
EFICÁCIA REVELADA
O Instituto Butantan anunciou que a eficácia geral da CoronaVac é de 50,38% verificada em testes realizados no Brasil. A taxa está dentro do porcentual mínimo, de 50%, exigido pela Anvisa e recomendado pela OMS. Na última semana, a gestão Doria havia divulgado que o imunizante era 78% eficaz para casos leves e 100% para casos graves. As idas e vindas nas informações vão fazer com que o governador seja convidado a explicar os dados na comissão da Câmara que acompanha as ações contra a Covid-19. Apesar de o fármaco ser suficientemente eficaz, o governo paulista ficou dividido até minutos antes de os dados completos serem revelados.
PROMESSA RUSSA
A farmacêutica União Química afirmou que poderá produzir até oito milhões de doses da vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, na Rússia. A quantidade configura a capacidade total da chamada Bthek, a unidade de biotecnologia da empresa, em Brasília. Entre as duas partes há o contrato de transferência de tecnologia, ou seja, o compartilhamento do segredo da fabricação. Contudo, ainda não está claro se as unidades iniciais serão exportadas ou fabricadas no Brasil. A empresa chegou a protocolar um pedido de estudo de fase 3 junto à Anvisa, que foi negado por falta de dados. A farmacêutica deve realizar uma nova solicitação em breve.
ENEM EM QUESTÃO
A Justiça Federal negou um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para suspender a realização do Enem no próximo fim de semana devido ao aumento de casos e mortes causados pela Covid-19. De acordo com a juíza Marisa Cucio, de São Paulo, "não há como acolher a alegação de falta de clareza quanto aos procedimentos de biossegurança" adotados pelo Inep, responsável pela aplicação do exame, e "não há como alegar que o risco de contaminação seja certo". Em novo recurso apesentado ao TRF3, a DPU criticou o governo: "O despreparo e a ineficiência da administração pública não podem justificar colocar-se em risco milhões de pessoas."
RETROCESSO NA EDUCAÇÃO
A pandemia pode provocar um retrocesso de até quatro anos na educação brasileira. Segundo um estudo do Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados para o Brasil e a África Lusófona, os alunos deixaram de aprender mais em matemática em comparação com língua portuguesa e, na maioria dos casos, os mais prejudicados são aqueles do Ensino Fundamental. O aumento da desigualdade também foi apontado na pesquisa. Os grupos mais prejudicados são formados por alunos do gênero masculino, que se declaram pardos, pretos ou indígenas, com mães que não concluíram o Fundamental e que moram nas regiões Norte e Nordeste.
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