A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recebeu hoje da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) o pedido de autorização para uso emergencial de 2 milhões de doses prontas da vacina de Oxford/AstraZeneca que serão importadas da Índia. Na manhã de hoje, a agência também recebeu o pedido de uso emergencial do Instituto Butantan, que produz a CoronaVac em conjunto com a farmacêutica chinesa Sinovac. O uso emergencial permite a vacinação em grupos de risco como idosos, indígenas e profissionais da saúde. Para ambos os casos, a Anvisa estima que a análise deve levar até dez dias. Nenhum laboratório pediu ainda o registro do produto, necessário para a vacinação em massa de toda a população. A Fiocruz disse querer fazer isso até o dia 15. Entre três possibilidades de datas do Ministério da Saúde para iniciar a imunização nacional contra o novo coronavírus, a mais otimista tem o início da campanha previsto para 20 de janeiro. Em São Paulo, o governo de João Doria prometeu começar o processo em 25 de janeiro, mas disse poder antecipar o prazo caso o governo federal comece antes. O país atingiu ontem a marca de 200 mil mortos em decorrência da pandemia. Mais restrições à noite em SPTrês regiões regrediram para a fase laranja, a segunda mais restritiva, na atualização do Plano São Paulo apresentada hoje pelo governo paulista. Com isso, 90% da população do estado se mantém na fase amarela, incluindo a capital, que enfrenta alta de internações. As regiões de Marília, Sorocaba e Registro foram para a fase amarela para a laranja —e juntam-se a Presidente Prudente, que subiu da fase vermelha para a laranja. A reclassificação começa a valer a partir de segunda-feira (11) e, segundo os novos parâmetros apresentados hoje, na prática só haverá restrição maior aos bares. O objetivo do Centro de Contingência é principalmente diminuir a movimentação do período da noite.

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