Bom dia, leitores e leitoras! Estamos na segunda semana de 2021 e chegando com o pé na porta. Tem podcast novo no ar para dar uma arejada nas ideias, muita arte, repórter na rua e, no especial da semana, o diário de uma trabalhadora brasileira em uma fábrica no Japão. Como sempre, assunto não falta. Se liga! Diário de uma trabalhadoraPor três meses, a jornalista Juliana Sayuri trabalhou em uma fábrica no Japão. A experiência aconteceu no final de 2019. Em três capítulos, Sayuri relata como é a rotina dos imigrantes que trabalham nas fábricas japonesas. 12 horas de pé, movimentos mecânicos e até energético para aguentar a jornada fazem parte da experiência. Leia aqui. Sons e gurusA estreia do TAB é o podcast Ser Sonoro, aos sábados. No primeiro episódio, Fernando Cespedes, comunicador especialista em estudos do som, nos apresenta as origens dos barulhos. Quais foram os primeiros ritmos ouvidos pelo ser humano? Ouça aqui. Guardiã ameaçadaNo meio do cinza da cidade de Belo Horizonte, uma mulher preta colore reflexões sobre sua vivência. A artista mineira Criola é autora de murais impactantes em BH e em São Paulo. Seu legado, porém, pode acabar sendo apagado por causa de uma ação judicial. À espera de uma decisão, ela continua pintando. Conheça a história aqui. Aula de estéticaLucimara Bilhardt nasceu no Amazonas e já viajou o mundo. Agora, vem conquistando espaço na internet graças a suas pinturas de figuras de direita da política brasileira. Suas maiores inspirações são Da Vinci e Michelangelo. Seu muso é o presidente Jair Bolsonaro. Reunimos obras da artista aqui. Teorias da conspiraçãoO homem nunca pisou na Lua, a Terra é plana, a vacina te transforma em jacaré, Paul McCartney e Avril Lavigne estão mortos e foram substituídos por sósias. Nenhuma dessas afirmações foi comprovada, mas ainda assim, há quem acredite piamente em alguma delas. Em era de fake news, quão nocivo pode ser acreditar em uma teoria da conspiração? Por que as pessoas acreditam nesse tipo de coisa? Explicamos aqui. Cheiro de morteNa última semana, atingimos a triste marca de 200 mil mortos por covid-19 no Brasil. Nos últimos meses, o número desacelerou, mas há um lugar que não parou, desde o início da pandemia, de produzir pesquisas e análises: o necrotério. O repórter Rodrigo Bertolotto visitou o SVOC (Serviço de Verificação de Óbitos da Capital), no bairro de Cerqueira César, em São Paulo, para saber a quantas anda o ritmo de trabalho no lugar mais macabro do mundo. Leia aqui. Vem, verão?Passando o olho pelas redes sociais no final de 2020, parece que a pandemia acabou. Festas, baladas, praias lotadas e rolês aconteceram como se nada fosse. Apesar dos 200 mil mortos, a praia do Rosa, em Santa Catarina, se mantém como um universo paralelo sem covid-19. O jornalista Matheus de Moura visitou a praia para entender por que tanta gente se aglomera por lá. Veja aqui. 
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