segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Eles humilham o OMEPRAZOL

as 3 opções naturais antirrefluxo

  Para apagar seu refluxo de uma vez 

Quer decretar o FIM DO REFLUXO na sua vida?

Neste vídeo, a Dra. Denise de Carvalho revela uma nova forma natural para apagar a queimação de uma vez por todas. Clique aqui para assistir.

 

 

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Sua Saúde Natural
 
 

Separei minhas melhores recomendações contra a queimação estomacal

Dra. Denise Carvalho, Médica e Cirurgiã

 

Olá, querido assinante, tudo certo por aí?

 

Omeprazol, esomeprazol, lansoprazol, rabeprazol, pantoprazol, dexlansoprazol. A família dos prazóis é extensa e, certamente, já deve ter entrado na sua casa pela porta da frente. É bastante provável, também, que algum deles faça, ou tenha feito parte, da sua rotina, como o amparo perfeito para uma digestão perfeita. 

 

Conhecidos por suas ações imediatas e rápidas contra os sintomas e desconfortos causados por gastrites, esofagites, refluxos e úlceras gástricas, os prazóis são vistos como resoluções perfeitas e inquestionáveis.

 

Ora, se é possível comer o que quiser, o quanto for e em qualquer lugar, pois um medicamento vai aliviar as aflições e servir de consolo, por que não abrir mesmo as portas da sua casa e deixar a sua saúde nas mãos dos prazóis?

 

Parece uma decisão muito fácil deixar que esta família de remédios — na verdade, qualquer medicação — resolva os problemas que você não tem conseguido solucionar.

 

Mas tudo tem um lado B.

 

Vamos voltar no tempo por alguns parágrafos. Quero abrir meu caderno de memórias com você.

 

O meu refluxo

 

Eu tinha refluxo, eu era constipada. Mas eu nem reclamava, achava que era normal.

 

Aos seis anos, fui vítima de doença autoimune chamada febre reumática, relacionada a uma infecção de uma bactéria chamada Streptococcus B. Precisei tomar antibiótico a minha vida toda. Mal sabia que o remédio, que era para salvar a minha vida, deixaria um rastro de destruição.

 

Tudo começou quando deixei a Bahia, minha terra natal, para morar em São Paulo. A mudança de clima e o estresse da novidade fizeram com que eu tivesse infecções de garganta de repetição. Em uma delas, acabei desenvolvendo febre reumática.

 

Fiquei internada por 10 dias, quase morri. Sai de lá com a necessidade de tomar antibióticos por muito tempo. Até os 17 anos, quando entrei na faculdade de medicina, ainda tomava uma benzetacil todos os meses, às vezes até na perna.

 

Nesta mesma faculdade de medicina, não aprendi que o uso prolongado de antibióticos poderia estar por trás de um sintoma que me acompanhava desde então, o refluxo.

 

Além disso, eu aprendi que a única alternativa para tratar esse sintoma seria eu tomar um "prazol". Durante a minha formação, eu só aprendi os benefícios dessas medicações, mas não os riscos.

 

Consequentemente, por muitos e muitos anos, foi assim que eu cuidei de mim e de meus pacientes, sem me atentar que antibióticos teriam sido os culpados e que os prazóis não poderiam ser usados assim, como se não houvesse amanhã.

 

Convivi com a minha queimação no peito, com o pigarro, tosse seca e todas as privações por anos sempre que ficava sem um "prazol". Evitei comer todo e qualquer alimento, sem nem poder sentir o cheiro de café.

 

Então, eu conheci a medicina funcional. E tudo se transformou!

 

Nunca imaginaria que, em um copo de água com limão por dia, por exemplo, estava o começo da minha salvação. Foi dessa forma, no entanto, que eu, aos poucos, apaguei meu incêndio interno, aposentei o prazol, ganhei saúde.

 

Consegue se reconhecer na minha história?

 

Consegue reconhecer dentro de você a vontade de se libertar dessas medicações e conquistar saúde e liberdade para voltar a comer com prazer?

 

  E se houvesse um caminho além da quimio, da radio e da cirurgia para vencer o Câncer? 

É isso o que os maiores especialistas da Saúde Natural do mundo revelarão no documentário gratuito " A Verdade Sobre o Câncer", que estreia amanhã, dia 9 de dezembro.

Ao longo de 6 episódios exclusivos, você descobrirá as terapias comprovadas que estão ajudando a prevenir, tratar e até combater a doença pelo mundo (só que ninguém nunca te contou… até agora).

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Apagando incêndio com balde de gasolina

 

 Está na hora de revelar a verdade sobre essas medicações. Elas realmente são necessárias, indispensáveis em alguns casos de gastrite e para a cicatrização de úlceras. 

 

O problema está no uso contínuo e sem critério, uma vez que essas drogas não precisam nem de receita médica para serem compradas. 

 

Hoje, a ciência não tem mais dúvidas: os riscos do consumo desenfreado e a relação de dependência dos prazóis estão deixando seus usuários mais doentes e propensos ao câncer.

 

Um estudo publicado no periódico científico Gut — que, em tradução literal, significa intestino — mostrou que o uso desses medicamentos, classificados como inibidores de bomba de próton (IBP), aumenta em até 2,4 vezes o risco de câncer de estômago.

 

O mesmo artigo confirma que esses remédios são fortes agentes para o desenvolvimento da popular bactéria Helicobacter pylori, conhecida também como H. Pylori.

 

Esse micro-organismo é natural do piloro, região que faz a ligação entre o estômago e o duodeno. Sua função é regular a passagem do quimo (nome dado ao resultado da sua digestão parcial), que se encaminha para o duodeno.

 

O problema começa quando as bactérias se deslocam do piloro para o estômago.

 

Essa mudança de endereço das bactérias H. Pylori não acontece de forma espontânea, seu corpo precisa ser provocá-la. E isso acontece quando o seu organismo dá as condições favoráveis, como:

  •     perda de bactérias saudáveis ;
  •     produção insuficiente de ácido clorídrico (que mantém o ambiente estomacal ácido), o que acarreta em alcalinização do estômago.

Ao se fixar nas mucosas estomacais, a H. pylori começa a produzir urease, uma enzima catalisadora, que colabora para manter o estômago alcalino. Ou seja, o contrário do que deveria ser.

 

É detectando essa substância em um exame de endoscopia, por exemplo, que permite ao profissional de saúde confirmar o diagnóstico positivo para a bactéria.

 

Dependendo do caso, a presença da H. pylori em local inapropriado pode apresentar os já conhecidos sintomas, como dores, desconfortos, gastrites, úlceras, alterações digestivas.

 

A presença de uma bactéria em um lugar ao qual ela não pertence pode levar a um processo inflamatório, que é a base para o desenvolvimento de patologias autoimunes e cânceres.

 

O curioso é que ninguém da família prazol elimina a H. pylori. Nenhum deles.

 

O que estes medicamentos fazem é tapar o sol com a peneira. No máximo. Além disso, ainda temos mais um fator agravante: estas medicações também exterminam o ácido clorídrico do seu organismo.

 

E você nem imagina como precisa dele, pois, ao contrário do que muitos pensam, o ácido é essencial para uma digestão saudável.

 

A origem do seu problema

 

O estômago inicia a produção de ácido clorídrico — o principal responsável pelo processo de digestão — logo no início da mastigação.

 

Este ácido é importante não só para digerir o alimento, mas, também, para ajudar na seleção de quais nutrientes vão ser absorvidos pelo seu organismo e quais precisam ser eliminados.

 

Ter um pH ácido é importante para o estômago. É só assim que se consegue ter saúde. Sem ácido clorídrico, o corpo não quebra a proteína em aminoácidos.

 

Isso afeta os sistemas endócrino, hormonal e imunológico. O alimento estaciona em seu estômago, sem saber para onde ir.

 

Nesse meio tempo, então, o alimento fermenta, iniciando a produção de gases, o que causa inchaços e queimações.

 

É aí que começam os desconfortos. E o que você faz? Toma um remedinho, abre as portas da sua casa para a família dos prazóis.

 

E o que o omeprazol faz?

 

Como um bom inibidor de bombas de prótons que é, ele extermina o pouco de ácido clorídrico que ainda resta em você. Tudo bem, até há um alívio inicial. Mas, depois as coisas evoluem e se complicam. O efeito cascata é perverso.

 

Em uma análise observacional da Universidade de Hong Kong e Universidade College London, na Inglaterra, 63.000 adultos foram divididos, analisados durante 12 anos e separados em dois grupos. O primeiro tomou um medicamento da família "prazol". O segundo, não.

 

Os resultados mostram que, após um ano de uso de um medicamento como Omeprazol, Pantoprazol ou lansoprazol, a probabilidade do paciente desenvolver câncer de estômago aumentou cinco vezes. Já depois de três ou mais anos de uso contínuo, o risco amplia para oito vezes.

 

As minhas sugestões

 

Minha sugestão é que você inclua no seu dia a dia alguns dos meus seis ingredientes naturais que vão agir na causa do refluxo e da queimação.

 

Eles atuam, principalmente, trazendo de volta a produção do ácido clorídrico, resgatando o pH ideal do estômago, cicatrizando as mucosas e tornando o ambiente gástrico menos convidativo para as bactérias nocivas.

 

Sugestão #1 - Limão  

Nome científico: Citrus limonum

Quando consumir: Durante as refeições

Como consumir: Meio limão (5ml) para cada copo de água (200ml) e só.

Não adoce em hipótese alguma.

Outros benefícios: aumenta sua ingestão diária de Vitamina C, folato e potássio. Ajuda na prevenção e no tratamento de pedras renais.

 

Por que é um bombeiro natural?

 

Como eu já expliquei anteriormente, o real motivo para que você tenha desconfortos gástricos, incluindo o refluxo, é a queda na produção de ácido clorídrico.

 

Mas, se o limão é um fruto ácido, como é que ele ajuda a restaurar o funcionamento do estômago?

 

O pH do limão, assinante, é realmente ácido, ficando entre 2 ou 3. Ao misturá-lo à água, que vai estar em maior quantidade, o que cai em seu estômago acaba tendo um pH por volta de 7, como este líquido.

 

Quando ingerido, este fruto, tão versátil e popular, estimula a produção de carbonatos e bicarbonatos orgânicos no nosso organismo. 

 

Tais substâncias, aliadas aos outros componentes do limão — felandrina, hidrocarbonetos terpênicos, limonina, óleo essencial, ácidos orgânicos — controlam a acidez estomacal, estimulam a produção do ácido clorídrico e eliminam resíduos, regenerando os tecidos inflamados.

 

Vale lembrar: nada em excesso é saudável. Portanto, recomenda-se consumir apenas duas unidades de limão por dia, em média. Além disso, cuidado quando for espremer um limão, pois a pele em contato com ele e, posteriormente, exposta ao sol pode gerar manchas na pele e queimaduras.

 

Sugestão #2 - Chá de guaçatonga

 Nome científico: Casearia sylvestris

Quando consumir: usar antes das refeições, de estômago vazio

Como consumir: extrato seco padronizado ou tintura

 

Por que é um bombeiro natural?

 

De origem brasileira, a guaçatonga tem uma vasta utilização medicinal. O Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), da Universidade de São Paulo (USP), realizou testes com a planta. 

 

Como resultado, os cientistas verificaram que seu uso não altera o pH do suco gástrico. E mais, a substância agiu em todos os níveis de gravidade das ulcerações e reduziu a zero o nível de tais lesões.

 

→  Vale lembrar: não utilize a guaçatonga por mais de 90 dias ininterruptos e, se você utiliza algum medicamento que inibe a coagulação sanguínea, tome cuidado.

 

Sugestão#3 - Própolis

Quando consumir: de manhã e à noite

Como consumir: 15 gotas misturadas em água, em jejum

 

Por que é um bombeiro natural?

 

Talvez, você relacione o própolis às dores de garganta e ao ganho de imunidade. Seu efeito anti-inflamatório, porém, é benéfico para quem sofre com os sintomas de refluxo e gastrites por conta de seu efeito protetor cicatrizante.

 

O própolis também contém substâncias antibacterianas e ajudam o seu organismo a combater a H. pylori.

 

 →  Vale lembrar: Existem muitas formas de própolis. O ideal é ir revezando o uso deles. Use até 30 gotas para não irritar a mucosa gástrica.

 

 Espero que minhas dicas tenham sido úteis para você.

 

Um abraço,

 

 

 

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As informações contidas neste boletim são publicadas exclusivamente para fins informativos e não podem ser consideradas como aconselhamento médico pessoal.

 

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