Bom dia!
Os futuros das bolsas americanas começam a semana em queda, pressionados pela disparada no preço do petróleo. No final de semana, os Estados Unidos recusaram a proposta do Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz. Apesar da decisão negativa, investidores se dizem otimistas com a notícia de que as negociações vão prosseguir.
O lado meio cheio do copo é insuficiente para impulsionar os mercados, que continuam sofrendo também com a disparada do rendimento dos títulos públicos americanos. Os juros do título de 10 anos superam a rentabilidade de 5,20% neste começo de semana e forçam a liquidação de ações mundo afora.
O Brasil é diretamente afetado pelo movimento. O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, recua nesta segunda. A volatilidade típica da última semana antes das eleições também deixa a Faria Lima em alerta.
A agenda econômica é mais forte no Brasil do que nos EUA. Por aqui, o Banco Central atualiza as projeções semanais do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos. O BC divulga também as expectativas de empresários para os mesmos dados, colhidas na pesquisa Firmus. Por fim, o Tesouro Nacional publica o relatório mensal da dívida pública de agosto. Bons negócios.
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário