Bom dia!
O encontro de Donald Trump com Xi Jinping na quinta-feira é o motor do otimismo global entre investidores neste começo de semana, em um momento em que o petróleo recua de volta para a faixa de US$ 100 por barril. As tensões entre Estados Unidos e China são o retrato da guerra comercial americana, que tem contornos de dominação geopolítica.
O encontro foi confirmado na semana passada e ganhou uma face inusitada com a IA. De um lado, os donos das grandes empresas de inteligência artificial pediram desaceleração no desenvolvimento da tecnologia, sob a afirmação de que o ritmo de expansão pode tirá-la do controle. De outro, a pressão do próprio presidente americano para que o ritmo se mantenha, sob a ambição de não deixar a China assumir a fronteira tecnológica.
O assunto é crucial para os mercados, já que a desaceleração dos investimentos pode fazer os mercados afundarem, ainda mais em um cenário de aumento de juros nos Estados Unidos.
Já o petróleo cede em uma aparente negociação entre EUA e Irã, ainda que cercada de acusações e ameaças.
Por ora, o otimismo prevalece e se estende para o Brasil. O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, opera em alta firme nesta segunda. A agenda econômica é fraca, com destaque para o boletim Focus. De resto, prevalece a atenção nas últimas duas semanas de corrida eleitoral. Bons negócios.
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